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SECOBESP INFORMA

O SECOBESP informa que já assinou a CONVENÇÃO COLETIVA, relativa ao período 2019/2021 com as entidades representativas dos empregados do segmento de Recuperação de Crédito.

Por oportuno, o SECOBESP solicita que as empresas entrem em contato para a emissão da devida CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL com vencimento em 20/11/2019 ou a isenção da mesma, informa também que a CCT estará à disposição das filiadas através de e-mail apenas para as que se encontram em dia com suas Contribuições Sindicais e Assistenciais.

Para obtenção do documento encaminhe um e-mail para adm@secobesp.org.br ou secretaria@secobesp.org.br informando o CNPJ e Razão Social.

Att, SECOBESP

Informações do Segmento:

INADIMPLÊNCIA
O percentual de famílias com dívidas (com atraso ou não) no país subiu de 59,8% em dezembro de 2018 para 60,1% em janeiro deste ano. A parcela de inadimplentes, ou seja, aqueles com dívidas ou contas em atraso, também cresceu no período: de 22,8% para 22,9%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). De acordo com a CNC, no entanto, a piora dos indicadores na comparação mensal não compromete a expectativa de evolução da economia

SERVIÇOS EM ALTA
O índice gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços brasileiro teve ligeira alta em janeiro, subindo de 51,9 pontos em dezembro para 52 em janeiro, sinalizando crescimento da atividade. É o que aponta relatório da consultoria IHS Markit. O cálculo tem ajuste sazonal. Apesar de o indicador “ter crescido apenas marginalmente”,  o volume de produção dos serviços teve a maior expansão em quase um ano. “A estabilidade econômica, as reservas domésticas melhores e o cenário político favorável foram alguns dos fatores citados para o aumento da atividade”, diz a Markit.

Bancos vão acelerar vendas de crédito podre.

O mercado de recuperação de créditos deve voltar a crescer em 2019, após dois anos de relativa estabilidade. Os grandes bancos brasileiros devem colocar à venda, neste ano, até R$ 40 bilhões em carteiras vencidas, preveem gestoras especializadas na negociação desses ativos.

A expectativa de crescimento depende, em boa medida, da retomada das operações da Caixa Econômica Federal, suspensas desde meados de 2016 por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU). Estão na reta final os trâmites para que o banco estatal possa voltar a negociar suas carteiras e a intenção de fazê-lo já foi sinalizada pela gestão do novo presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Depois de um forte crescimento em 2016, as vendas de créditos inadimplentes ficaram estáveis nos dois anos seguintes. Em cada um deles, os grandes bancos e, em menor escala, grupos varejistas colocaram no mercado operações que somavam cerca de R$ 30 bilhões em valor de face.

Dívida das empresas cai 17,7%, mas investimento ainda deve demorar

Companhias conseguiram melhorar perfil de endividamento no ano passado, com venda de ativos e renegociação de débitos, ganhando fôlego de caixa
Depois de sobreviverem à recessão que fez a economia encolher 8% em 2015 e 2016, as empresas brasileiras chegaram ao fim de 2018 menos endividadas – resultado de reestruturações, venda de ativos e renegociação de débitos. De 2015 para cá, as dívidas das empresas listadas na Bolsa paulista caíram 17,7%, para R$ 885 bilhões (até setembro passado), segundo dados da consultoria Economática. O movimento foi puxado por Petrobrás e Vale. Com a recuperação esperada para 2019, a expectativa de analistas é que outras empresas consigam reduzir o endividamento de forma significativa este ano.
Com a retomada, mesmo que discreta da economia em 2017 e 2018, as companhias não apenas conseguiram reduzir o endividamento total, como ampliaram a capacidade de pagar as dívidas que ainda restam. Parte dessas empresas conseguiu alongar suas dívidas por meio de renegociações com credores e venda de ativos, reforçando seu caixa. Os dados da Economática compilam 267 empresas listadas na Bolsa, que somaram faturamento líquido de R$ 1,4 trilhão nos nove primeiros meses de 2018.
Segundo o diretor da agência de risco S&P Global, Diego Ocampo, as companhias hoje estão com uma posição financeira “mais sólida”. Com a geração de caixa atual, elas levariam, em média, 2,7 anos para pagar suas dívidas, mostra um levantamento da agência. Há dois anos, o índice era de 2,99 – ou seja, o risco de calote era maior.
A mudança no perfil de endividamento, no entanto, não deve se converter imediatamente numa retomada de investimentos, tanto pela posição mais cautelosa das empresas quanto pela capacidade ociosa – herança da recessão prolongada. “Embora as empresas estejam em um momento ‘pé no chão’, algum investimento será necessário para recuperar a capacidade ociosa. Será um processo gradual”, diz Eduardo Seixas, diretor da consultoria Alvarez & Marsal.
Trabalho a fazer. Apesar da melhora no perfil da dívida, os dados da Economática mostram que, quando Petrobrás e Vale são excluídas da conta, os débitos de todas as empresas listadas na Bolsa brasileira somavam R$ 550 bilhões em setembro de 2018 – queda de apenas 2,5% em três anos. Isso, segundo analistas, mostra a necessidade de as companhias seguirem atentas ao endividamento, principalmente em meio ao processo de retomada de investimentos. 
Segundo Einar Rivero, gerente de relacionamento institucional da Economática, as dívidas não caíram mais no último ano por causa do efeito do dólar, que subiu 17% de janeiro a setembro. Ele ressalta ainda que o tamanho dos débitos não é necessariamente um problema para as empresas – desde que sejam bem administrados.
Fonte: Estadao