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COMUNICADO SOBRE DESPACHO DECISÓRIO DA ANATEL N.º 160/2022 DE 03/06/2022

CUMPRE-NOS INFORMAR AS ASSOCIADAS QUE O SECOBESP TEM ACOMPANHADO ATENTAMENTE E DIALOGADO JUNTO A ANATEL SOBRE AS NOVAS REGRAS PARA AS OPERADORAS DE TELEFONIA REFERENTE AO DESPACHO DECISÓRIO 160/2022 de 03/06/2022.

ESTAMOS BUSCANDO SENSIBILIZAR QUANTO DIFICULDADE DE CUMPRIMENTO DOS CRITÉRIOS DEFINIDOS DE 100MIL LIGAÇÕES DIA DE ATÉ 3SEGUNDOS QUE NA NOSSA OPINIÃO NÃO É EFICAZ NA INIBIÇÃO DOS “ROBOCALLS” E PODEM GERAR BLOQUEIOS DOS SERVIÇOS INDEVIDAMENTE AS EMPRESAS DE COBRANÇA.

JÁ PROPUSEMOS AJUSTES NOS CRITÉRIOS PROPOSTO ATRAVÉS DE ENVIO DE OFICIO SUGERINDO A SUBSTITUIÇÃO DAS 100MIL LIGAÇÕES POR 10% DE TODAS AS LIGAÇÕES REALIZADAS E EFETIVAMENTE ATENDIDAS PELOS CONSUMIDORES.

TAMBÉM ESCLARECEMOS JUNTO AO ORGÃO A DIFERENÇA DOS SERVIÇOS DE TELEMARKETING DOS SERVIÇOS DE TELECOBRANÇA. NO NOSSO CASO EXISTE UM CONTRATO PRÉ-EXISTENTE ENTRE AS PARTES E O NOSSO SETOR FAZ PARTE DO CICLO DE CRÉDITO.

SE A ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS NÃO PUDER ATUAR POR BLOQUEIO DE TELEFONIA, NÃO SER REALIZADA EM SUA PLENITUDE ISSO IRÁ OCOSIONAR UM AUMENTO NA INADIMPLÊNCIA NO PAÍS CONSEQUENTEMENTE UMA ALTA DAS TAXAS DE JUROS.

ALÉM DISSO OCORRERÁ UM AUMENTO NA JUDICIALIZAÇÃO, SOBRECARREGANDO O JUDICIÁRIO O QUE ELEVARIA OS CUSTOS PARA PAGAMENTOS DAS DÍVIDAS, FICANDO AINDA MAIS ONEROSO AO PRÓPRIO CONSUMIDOR.

CONTINUAMOS ATUANDO NA SOLUÇÃO A FIM DE CONSEGUIRMOS OS AJUSTES NECESSÁRIOS PARA PRESERVAR NOSSA ATIVIDADE E EMPREGOS. NÃO DISCUTIMOS O MÉRITO DO DESPACHO DECISÓRIO PARA DE SE EVITAR OS “ROBOCALLS” MAS SIM A REGRA QUE ESTÁ ATINGINDO INJUSTAMENTE O SETOR DE COBRANÇA E SEUS COLABORADORES.

ESSA REGRA MERECE AJUSTES.

Microempresas e MEI poderão acessar programa de crédito garantido

Recursos deverão estar disponíveis no final de julho

A segunda edição do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito, na modalidade garantia (PEAC-FGI), poderá apoiar microempresas e microempreendedores individuais (MEI), anunciou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo o chefe do Departamento de Produtos de Garantia para Acesso ao Crédito do BNDES, Luciano Lanz, para a operacionalização do programa, são necessários ainda a realização de assembleia geral extraordinária de cotistas do Fundo, a divulgação de regulamento com as novas condições e o desenvolvimento e adaptação dos sistemas de tecnologia da informação (TI) do BNDES e dos bancos parceiros. Na primeira rodada do PEAC, foram 47 bancos habilitados.

“A expectativa é que esteja disponível para concessão de garantias no final de julho”, informou Lanz.

Esse prazo conta a partir da publicação hoje (21), no Diário Oficial da União (DOU), da portaria assinada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes que estabeleceu as diretrizes do novo PEAC-FGI, operacionalizado pelo Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).

Resultado de parceria entre o BNDES e o Ministério da Economia, a segunda edição do PEAC foi viabilizada pela Medida Provisória 1.114/2022, e contará com recursos já disponíveis no Fundo Garantidor, sem necessidade de novos aportes da União.

Garantias

Os novos empréstimos terão como garantia os recursos pagos pelas empresas referentes aos financiamentos garantidos até o término do primeiro PEAC, em dezembro de 2020.

“Nessa nova rodada, não há novo aporte de recursos do Tesouro. O que acontece é que os recursos que já foram liberados em decorrência de resultados de aplicações financeiras do Fundo ou de operações de garantia eventualmente já liquidadas estão sendo usados para concessão de novas garantias”.

Com isso, a expectativa é ter em torno de R$ 1 bilhão de recursos este ano e algo próximo de R$ 1,2 bilhão, no próximo exercício. Considerando a expectativa de alavancagem desses recursos, Lanz estimou que isso deve possibilitar um volume perto de R$ 22 bilhões até o final de 2023, em termos de crédito garantido.

Na versão anterior, lançada em 30 de junho de 2020 como medida para mitigar a crise econômica gerada pela pandemia da covid-19, o PEAC-FGI recebeu quatro aportes do Tesouro Nacional no montante de R$ 5 bilhões cada, somando R$ 20 bilhões, para garantia dos recursos destinados para financiamentos pela rede de bancos parceiros, com baixo risco de inadimplência.

Luciano Lanz destacou que outra grande diferença em relação ao PEAC-FGI de 2020 é a exclusão da garantia para grandes empresas. Além disso, para os microempreendedores individuais e microempresas, foi definido o limite máximo de 30% para cobertura de inadimplência permitido na Lei 14.042.

“Com isso, você reforça o compromisso do governo federal e do BNDES no apoio ao empreendedorismo e no acesso ao crédito para aqueles que têm maior dificuldade em oferecer garantias ao sistema bancário”.

Por outro lado, o percentual máximo de cobertura de inadimplência para pequenas empresas será de 10% e, para médias empresas, 7%, mostrando redução em comparação ao primeiro PEAC, quando os percentuais eram de 30% e 20%, respectivamente.

Lanz deixou claro que o foco é ampliar o acesso para microempreendedores individuais e microempresas. Ele lembrou também que, no primeiro PEAC, a situação era mais grave, gerada pela pandemia do novo coronavírus, e existia necessidade de esses percentuais para pequenas e médias empresas serem mais altos do que são hoje.

“Apesar de a gente ainda estar sentindo os efeitos da pandemia, da própria guerra da Ucrânia e outras questões, a gente está em uma situação menos crítica sob esse ponto, o que permite que você reduza o percentual para esses segmentos, mas mantendo a expectativa de efetividade e alcance do programa”, afirmou.

Balanço

As contratações de financiamento do primeiro PEAC-FGI foram encerradas em dezembro de 2020. Dados acumulados pelo BNDES entre 30 de junho e 31 de dezembro de 2020 revelam que o total de financiamentos contratados com garantia pelo programa emergencial de crédito alcançou R$ 92,1 bilhões, por meio de mais de 40 agentes financeiros, com 135.720 operações e apoio a 114.355 empresas de todas as regiões do país. Dessas companhias, 68% eram de pequeno porte; 31% de médio porte; 1% de grande porte. Os financiamentos foram concedidos em mais de 3.800 municípios.

Matéria alterada às 19h14 para correção de informação. Ao contrário do que estava publicado anteriormente, a expectativa é que a concessão de garantias esteja disponível no final de julho e não em 30 dias, como foi publicado anteriormente.

Fonte: Agencia Brasil

A “Não Compra” é Tão Importante Quanto A Compra

Você já parou pra pensar que a maior parte do seu empo – ou do seu time comercial – é na “não venda”? É natural receber muito mais “não” do que “sim”. O que muita gente não percebe é que isso é uma grande oportunidade.

Existe um poder implícito na rejeição de uma venda.

Para quem quer aumentar seus resultados comerciais conhecer as técnicas que vou apresentar abaixo é fundamental.

Para começar, a grande pergunta que você deve fazer é: porquê meu prospecto não compra?

A lista com essas respostas que vai te ajudar a aumentar as vendas rapidamente. Se você não sabe os motivos da “não compra”, você está deixando um caminhão de dinheiro na mesa.

Ter ciência dessas causas é fundamental para nosso exercício de conversão da “não venda” para “novos clientes”.

Vamos ao passo a passo:

O primeiro é ter uma planilha catalogada com todas as objeções reais levantadas por você e sua equipe no contato direto com o prospecto.

Na sequência é necessário desenvolver um benefício para cada objeção…

Eu vou mostrar para você agora como desenvolver esse raciocínio na prática.

“Ah! Mas tá muito caro.” Caro é um conceito relativo. Caro com relação a que?

Certifique que sua equipe esteja treinada para desenvolver os seguintes tópicos na negociação:

É preciso Comparar Banana com Banana

É fundamental saber se o cliente está comparando seu produto ou serviço com outro que oferece os mesmos benefícios. É preciso comparar Banana com Banana, não Banana com Maçã.

A maioria dos “está muito caro” que recebo quando estou oferecendo os serviços da minha agência de marketing, são de prospectos que estão comparando escopos de serviços diferentes.

ANCORAGEM DE PREÇO

Compare o investimento no seu produto ou serviço com situações que trazem MENOS benefícios do que a sua solução, e que custam muito mais.

Por exemplo:

Quando estou fazendo uma apresentação do BNI – rede de networking a qual sou Diretor na minha região – eu comparo o valor da anuidade com o custo de contratar mais um vendedor.

O prospecto faz as contas na cabeça e imediatamente vê que vale muito mais a pena entrar no grupo com 60 empresários do que onerar sua folha de pagamento.

VOLTAR NA DOR OU DESEJO

“Mas, você não me disse que esse produto era exatamente o que você precisava? Que resolveria sua dor/desejo?”

Muitas vezes o “Ah, está muito caro” é uma forma do cliente buscar pechinchar um desconto.

Nesse caso, relembre os motivos dele estar ali.

AH! MAS EU NÃO TENHO DINHEIRO

Em uma negociação – principalmente de ticket alto – nunca coloque a sua melhor oferta logo de cara na mesa.

A condição especial de pagamento é a melhor forma de quebrar essa objeção.

“Olha só, nosso parcelamento padrão é 6x sem juros, mas meu gerente autorizou a fazer em até 10x se você fechar agora”.

Além de quebrar a objeção, você ativa o gatilho mental de urgência.

EU NÃO CONHEÇO VOCÊ

Essa é clássica, principalmente para quem vende serviços: o prospecto muitas vezes não confia em você.

A grande sacada aqui é contornar essa situação antes mesmo que ela vire uma objeção na cabeça do seu possível cliente.

Para isso:

Mostre suas credenciais: quem é você? Quem já atendeu? Quais seus casos de sucesso?

Gere autoridade com seu conhecimento técnico sobre o assunto. Mas cuidado! Use a linguagem que seu cliente entende, ok? Caso contrário você pode gerar uma desconexão irreversível.

Ofereça garantias: “se você não gostar, eu devolvo 100% do seu investimento.”

Normalmente esses 3 tópicos já são o suficiente para evitar essa objeção.

EU NÃO PRECISO DISSO AGORA

O cliente gostou, o preço estava de acordo, mas ele não vê necessidade imediata da compra ou contratação.

“É só amanhã, no Magazine Luiza”.

“E se você ligar AGORA, vai levar completamente grátis a super espátula “gruda nada” da Polishop. Mas é só para os 100 primeiros que ligarem AGORA”.

“Não compre carro amanhã. Na quarta-feira a Chevrolet vai apresentar a melhor condição do ano para você sair de carro novo”.

Isso te parece familiar?

São técnicas para gerar urgência e escassez.

Quantidade limitada de unidades.

Prazo limitado da oferta.

Bônus extra para quem comprar agora.

Tanto na sua comunicação, como no discurso do vendedor, um destes elementos deve estar presente para contornar a objeção “Eu não preciso disso agora”.

A MELHOR TÉCNICA DO MUNDO PARA CONTORNAR OBJEÇÕES

Se você me conhece há mais tempo já ouviu eu falar alguns bordões como:

“Pessoas compram de pessoas” e “a indicação de um amigo vale mais que mil anúncios”.

Onde você puder estampar a imagem de um cliente satisfeito, você deve fazer.

Após todo negócio concluído peça para seu cliente fazer um depoimento, se possível em vídeo, mas texto também vale.

Não tenha vergonha de pedir, vou te mostrar como fazer isso nas linhas abaixo…

Use esses depoimentos nas suas redes sociais, nas suas campanhas de e-mail, no seu PDV físico, nos seus anúncios, no seu site, no seu catálogo de produtos.

A PROVA é a melhor técnica do mundo para contornar objeções.

Fonte: Redação

Febraban: estoque de crédito tem alta anual de 16,3% em maio

“A pesquisa traz um cenário de continuidade do forte ritmo de crescimento do crédito neste primeiro semestre, com destaque para a carteira voltada para as famílias”, destaca a entidade

O saldo total de crédito deve mostrar nova expansão em maio, com alta estimada de 1% sobre o mês anterior, segundo a Pesquisa Especial de Crédito da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Com o resultado, o ritmo de expansão anual da carteira deve ficar em 16,3%, com ligeira desaceleração ante estimativa feita em abril, de crescimento 16,5%.

A pesquisa é divulgada mensalmente como uma prévia da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Banco Central (BC) e as projeções são feitas com base em dados consolidados dos principais bancos do país, que representam de 38% a 88% do

Em função da greve dos funcionários do BC, os dados da Nota de Operações de Crédito não têm sido divulgados desde fevereiro deste ano. saldo total do Sistema Financeiro Nacional, dependendo da linha, além de outras variáveis macroeconômicas que impactam o mercado de crédito.

“A pesquisa traz um cenário de continuidade do forte ritmo de crescimento do crédito neste primeiro semestre, com destaque para a carteira voltada para as famílias. Mesmo num cenário de alta da Selic, a atividade econômica vem surpreendendo positivamente neste início de ano, compondo um quadro favorável para expansão das operações de crédito”, destaca Rubens Sardenberg, diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban.

Segundo ele, o resultado de maio foi beneficiado pela continuidade do processo de normalização das atividades, pela recuperação do mercado de trabalho e também pelas medidas de transferência de renda do governo, que impulsionaram mais uma vez as linhas atreladas ao consumo. “Nosso levantamento também capturou algum efeito positivo do aumento da margem que pode ser utilizada pelos tomadores de empréstimo consignado, os aposentados e pensionistas, no saldo total das operações”, acrescenta Sardenberg.

De acordo com o levantamento, a carteira PF deve registrar alta de 1,7% em maio ante abril, com o ritmo de expansão anual chegando a 21,9%, o maior desde junho de 2011 (+22,2%). A carteira Pessoa Jurídica, por sua vez, deve ficar estável na margem, com alta anual de 8,9%.

Devido ao maior número de dias úteis em maio, ante abril, as concessões de crédito devem apresentar crescimento mensal de 12,8%. Entretanto, quando ajustado por dias úteis, o volume de concessões deve mostrar retração de 2,6%. Em 12 meses, a expansão é de 24,5%.

As concessões para as famílias devem mostrar expansão de 10,2% no mês. Na média por dia útil, o resultado equivale a um recuo de 4,8%. Em 12 meses, a elevação é de 24,1%.

Já o volume de concessões para as empresas deve apontar expansão de 15,9% no mês, com ligeira alta de 0,1% quando ajustado por dias úteis. Em 12 meses, há crescimento de 25%.

Fonte: Valor Economico

Crédito imobiliário atinge R$ 17 bi em maio, alta de 49,2%, aponta Abecip

Na comparação com maio do ano passado, no entanto, houve queda de 2,5%

Os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 17 bilhões em maio de 2022, alta de 49,2% ante abril, segundo a Abecip, associação das instituições que oferecem essa modalidade de crédito. Na comparação com maio do ano passado, no entanto, houve queda de 2,5%.

De acordo com a entidade, trata-se do melhor resultado de 2022 até o momento e o segundo melhor para um mês de maio na série histórica.

Nos primeiros cinco meses de 2022, o volume financiado somou R$ 69,65 bilhões, queda de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. Nos 12 meses encerrados em maio, o montante financiado acumulou R$ 197,68 bilhões, alta de 18,2% em relação ao intervalo anterior.

Em unidades, foram financiados em maio, nas modalidades de aquisição e construção, 71,7 mil imóveis, melhor resultado do ano e 58% maior que o número de abril, diz a Abecip. Entretanto, comparado a maio de 2021, foi registrada queda de 2,1%.

Nos cinco primeiros meses de 2022 foram financiados 293,06 mil imóveis com recursos da poupança do SBPE, resultado 11,7% inferior ao de igual período de 2021.

Nos 12 meses encerrados em maio de 2022, foram financiados 827,63 mil imóveis com recursos da poupança do SBPE, resultado 31,2% superior ao dos 12 meses anteriores.

A poupança SBPE de maio, segundo o levantamento da Abecip, registrou captação líquida positiva pela primeira vez no ano (R$ 1,01 bilhão). “O resultado reflete a sazonalidade verificada no período, que indica prevalência de desempenho positivo em 54% dos meses de maio dos últimos 28 anos. Foi, ainda, o 10º melhor resultado para um mês de maio na série histórica.”

“A captação líquida positiva, juntamente com o crédito de rendimentos, propiciou elevação do saldo da poupança SBPE de 0,7% em maio deste ano em relação ao mês anterior. No entanto, comparado a maio do ano passado, registrou queda de 1,1%.”

A entidade destaca que, apesar dos indicadores positivos de maio, a captação acumulada em 2022 mostrou saídas líquidas de R$ 37 bilhões.

A Abecip ressalta que, devido à greve dos servidores do Banco Central, os resultados da poupança de abril e maio ainda não foram divulgados oficialmente. Dessa forma, foram utilizados os dados da pesquisa da Abecip.

Fonte: Valor Investe

Empresas de telemarketing anunciam demissões após abertura do prefixo 0303

Entidade do setor diz que 40% das operações de contact center estão paradas

Duas semanas após o início do funcionamento do prefixo 0303 para identificação de telemarketing, empresas de contact center começam a anunciar demissões.

Segundo a ABT (Associação Brasileira de Telesserviços), cerca de 40% das operações das empresas do ramo associadas à entidade estão paradas.

John von Christian, presidente da ABT, afirma que as empresas de telecomunicações, responsáveis por identificar as chamadas com o 0303, estão bloqueando ligações de telemarketing.

O setor emprega cerca de 1,4 milhão de pessoas, segundo a ABT.

“A implantação não foi bem-sucedida pelas teles que não conseguem completar as ligações nem operacionalizar o serviço”, diz Christian.

O bloqueio, segundo ele, limita o canal de regularização de dívidas por telefone e a descontinuidade de serviços essenciais como energia, telefonia, seguro, serviços financeiros.

Fonte: Folha de São Paulo

Justiça proíbe banco C6 de conceder empréstimos consignados

Liminar impede a instituição financeira de fazer a comercialização, por qualquer meio, de contratos de empréstimo consignado, a incluir operações de cessões, portabilidade ou análogas.

O juiz de Direito Eduardo Veloso Lago, da 25ª vara Cível de Belo Horizonte/MG, concedeu liminar contra o banco C6 consignado S.A. proibindo a instituição financeira de fazer a comercialização, por qualquer meio, de contratos de empréstimo consignado, a incluir operações de cessões, portabilidade ou análogas.

A ação civil pública foi proposta pelo Instituto Defesa Coletiva e pelo Procon de Uberaba, em Minas Gerais, em 2020. No mesmo o ano, a Justiça determinou que o banco parasse de realizar empréstimos consignados sem anuência dos consumidores.

Mesmo com a decisão liminar, com multa de R$ 50 mil por evento, as autoras dizem que o banco C6 continuou a praticar os empréstimos ilegais. Sustentam que foram várias denúncias realizadas pelos consumidores e constatadas também por todos os integrantes do Sistema Nacional de Proteção do Consumidor, motivo pelo qual acionaram a Justiça novamente.

De acordo com a nova decisão, o banco tem prazo de 48 horas para deixar de oferecer crédito consignado aos consumidores sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

“Ressalvo a possibilidade de eventual revisão desta decisão antes do julgamento da lide, desde que transcorrido o prazo mínimo de 6 meses, e o Réu venha a apresentar plano de ação antifraude, a ser implementado internamente, com cronograma previamente estabelecido, que inclua a adoção de medidas concretas, adequadas e eficazes, hábeis a assegurar o cumprimento da decisão que deferiu a tutela de urgência initio litis, bem como a elevar e qualificar objetivamente os mecanismos de prevenção, controle e segurança para a concessão de crédito consignado no mercado; tudo a ser devidamente analisado pelo Juízo.”

Segundo a advogada Lillian Salgado, presidente do Comitê Técnico do Instituto Defesa Coletiva, o banco vinha cometendo de forma sistemática a prática abusiva de concessão de empréstimos sem que houvesse prévia solicitação ou autorização dos consumidores.

“O banco se valia do expediente de realizar depósito na conta bancária do consumidor, que passava a suportar descontos em folha de pagamento, nas quais estavam embutidos os juros e demais encargos financeiros da operação. O mais grave é que o perfil das vítimas majoritariamente é de aposentados, pensionistas, idosos e hipervulneráveis, que nunca mantiveram relacionamento com esta instituição financeira”, explica a advogada.

“Ressalta-se que tal conduta, além de ofensiva à estrutura judiciária, tem acarretado danos severos aos consumidores que diariamente se veem atrelados a contratações de empréstimo consignado viciadas, o que contribui, e muito, para o superendividamento da população brasileira.”

Fonte: Migalhas