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Pagar Dívidas É Razão Para 45% Dos Brasileiros Pedirem Empréstimo, Aponta Finanzero

Pesquisa revela ainda que 13% buscam capital para empreender
Quase metade dos brasileiros (45%) que solicitam empréstimos às instituições financeiras já estão endividados e querem liquidar suas pendências com os credores. Outros 13% buscam capital para investir no próprio negócio, 12% para reformar a casa, 9% para outros investimentos, 5% por questões de saúde e 4,5% para compra de ativos.
O levantamento realizado pela FinanZero, empresa de capital sueco que opera como buscador de empréstimo online para negociar empréstimos junto a instituições financeiras, foi realizado em outubro com 80 mil clientes para identificar o perfil do tomador de crédito no Brasil. “Nossa pesquisa confirmou que o brasileiro termina 2018 com alto índice de endividamento, o que pode ser comprovado pelo aumento da procura por crédito. O estudo apontou também que a maioria é formada por solteiros com segundo grau completo, possuem casa própria e são funcionários de empresas privadas”, revela Olle Widén, CEO da FinanZero.
Segundo Widén, dentre os solicitantes de crédito 37% são funcionário privados, 32% são autônomos, 11% funcionários públicos, 7% profissionais liberais, 6% são empresários e 6% aposentados. “Quanto ao perfil de escolaridade, a grande maioria, 55%, tem segundo grau, 22% possui graduação universitária, 16% têm o primeiro grau, 5% é pós-graduado, 3% não têm instrução formal”, assinala.
Em relação ao tipo de residência, as pessoas que buscaram empréstimos possuem casa própria (45%), na sequência moram com familiares (25%), com imóvel alugado (23%) e financiada (5%). Quando perguntados sobre o estado civil, 53% disseram ser solteiros, 36% casados, outros 9% divorciados e 2% viúvos. “Analisando o tipo de conta dos interessados em crédito, descobrimos que 58% utilizam conta corrente comum, 21% conta poupança, 16% têm conta corrente com cheque especial e 3% conta salário”, completa o CEO da FinanZero.
O perfil ideal para ter pedido de crédito aprovado: a pesquisa identificou uma maior probabilidade de conseguir o empréstimo quem possuí pós-graduação (44% de aprovação), conta corrente com cheque especial (42%) e que tem como motivo do empréstimo realizar uma viagem (41%).
Após três anos, FinanZero fortalece parcerias e continua crescendo
Com o avanço do mercado de fintechs, a expectativa da FinanZero é crescer cinco vezes em 2019. Após três anos de lançar seu serviço de busca e comparação de empréstimo pessoal, a empresa funciona como um marketplace online de importantes instituições e atualmente conta com parceiros como Creditas, Banco CBSS, BV, Noverde, Rebel, Geru, Portocred, Santana Financeira, Banco Sofisa, BCredi, Simplic entre outras.
Segundo o CEO, diversas ações estão sendo realizadas para marcar os três anos da empresa. “Renovamos a nossa identidade de marca e lançamos um site novo para desburocratizar ainda mais os processos e facilitar a busca por empréstimos em nosso portal. Além disso, estamos com uma campanha na TV, rádio e mídia exterior para expandir e democratizar ainda mais o acesso ao crédito no Brasil”, comenta Widén.
“Já negociamos empréstimos para mais de 1,5 milhão de pessoas em três anos de atuação no mercado brasileiro. Para 2019, nossa expectativa é fortalecer ainda mais a nossa plataforma de crédito para intermediar um total superior a R$ 400 milhões em créditos concedidos”, completa Widén.
Criada em 2015 por um grupo de investidores suecos, a FinanZero conta com um time de fundadores com vasto histórico de sucesso no mercado europeu. Em 2016 recebeu o aporte de US$ 1,25 milhões do fundo de capital aberto sueco Vostok Emerging Finance, e iniciou seu processo de ampliação das operações e, inspirada no sucesso desse modelo de negócios no mercado escandinavo, passou a investir em tecnologia, marketing e estratégia de vendas.
Com o crescimento contínuo da fintech, um novo aporte financeiro foi realizado no início de 2018, desta vez no valor de US$ 3,6 milhões. A rodada “Series A” teve a participação da Vostok Emerging Finance de outros investidores suecos, incluindo a Webrock Ventures e a Zentro.
“Esse aporte foi importante porque ampliamos todas as iniciativas de marketing, focando em expansão de base de clientes e consolidação da marca em escala nacional. Hoje, a empresa vem mantendo um crescimento de 40% por trimestre, o que soma uma média 200 mil cotações por mês”, lembra Widén.
Com escritório em um dos principais centros empresariais de São Paulo, na Avenida Paulista, a FinanZero aumentou recentemente seu quadro de colaboradores para 30 pessoas, com atendimento online e 100% gratuito para quem solicita empréstimos. Em alguns casos, é possível conseguir ofertas de empréstimo em até cinco minutos, graças à velocidade de todos os sistemas que estão integrados com os bancos e financeiras parceiros. Entre os produtos ofertados pela fintech estão três modalidades: empréstimo pessoal, refinanciamento de veículos e refinanciamento de imóveis
SOBRE A FINANZERO
A FinanZero é uma fintech de capital sueco que opera como buscador de empréstimo online para negociar crédito pessoal junto a instituições financeiras. A empresa tem algumas das melhores taxas do mercado e consegue comparar de 1 até 10 empréstimos sem perder tempo. Todo serviço é 100% gratuito para quem solicita o empréstimo.
A FinanZero é um correspondente bancário regulamentado pela lei 3.954/11 do Banco Central do Brasil. Saiba mais em www.finanzero.com.br.
Fonte: Segs

Inadimplência do consumidor cresce 6,03% em novembro, apontam CNDL/SPC Brasil

País rompe a barreira de 63,1 milhões de brasileiros com CPF restrito. Inadimplência avança entre a população mais velha e dívidas bancárias têm crescimento acima da média nacional, com 10%
O encerramento do ano se aproxima e a inadimplência do consumidor segue em patamares recordes. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontam que o volume de consumidores com contas em atraso e registrados em listas de inadimplentes cresceu 6,03% no último mês de novembro na comparação com igual mês do ano passado. Trata-se do crescimento mais acentuado para os meses de novembro desde 2011, quando a alta observada fora de 8,10%. Nos demais anos as altas haviam sido de 0,2% em 2017; 0,7% em 2016; 4,4% em 2015; 3,4% em 2014; 4,0% em 2013 e 3,9% em 2012.
Na variação mensal, isto é, na passagem de outubro para novembro, sem ajuste sazonal, também houve uma aceleração no volume de atrasos, com crescimento de 1,9% no período. O país encerrou novembro com aproximadamente 63,1 milhões de brasileiros com o CPF negativado em virtude de atrasos no pagamento de contas. Isso faz com todo esse contingente de consumidores enfrente dificuldades para obter crédito, seja por meio de financiamentos e empréstimos em instituições financeiras ou compras a prazo no comércio, por exemplo.
Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, apesar de a recessão ter chegado ao seu fim, a inadimplência do consumidor continua elevada, pois a recuperação econômica segue lenta e não se refletiu em melhora nos níveis de renda e nem em queda considerável do desemprego. “Os dois pilares fundamentais, que são emprego e renda, ainda enfrentam percalços. Por isso que o fim da recessão não foi o suficiente para melhorar as finanças do brasileiro. O ambiente econômico vem esboçando uma retomada gradual e bastante lenta e frustrou as expectativas de que o ano de 2018 seria o da consolidação dessa recuperação”, explica o presidente

Norte tem a população mais inadimplente do país: 47% dos adultos da região não conseguem quitar compromissos

A região que mais contribuiu para a alta da inadimplência em novembro foi o Sudeste, cujo crescimento foi de 12,5% no período. No Sul, a alta foi de 2,1%, seguido do Nordeste (1,6%) e do Norte (1,4%). A única região a ter queda na quantidade de brasileiros inadimplentes foi o Centro-Oeste, cuja recuo verificado foi de -2,7%.
No geral, a região brasileira em que há mais consumidores com contas em atraso, de modo proporcional à população, é o Norte: são mais de 5,65 milhões de pessoas adultas com o nome inseridos em cadastros de devedores, o que representa 47% da população de seus Estados. Em segundo lugar está o Centro-Oeste, onde 43% dos adultos estão inadimplentes, formando um contingente de 5,09 milhões de consumidores com atraso nas contas. No Nordeste são 17,22 milhões de inadimplentes, ou 42% de sua população adulta negativada. O Sudeste possui, numericamente, a maior população de inadimplentes no país: 26,72 milhões. No entanto, esse número representa 40% dos consumidores. No Sul, 37% da população de adultos estão inadimplentes ou 8,41 milhões de pessoas com o CPF restrito.

Inadimplência cresce mais entre população mais velha e cai 22% entre os que têm de 18 a 24 anos

Dados do indicador também revelam que o crescimento da inadimplência é mais expressivo conforme aumenta a idade do consumidor. Em novembro, aumentou em 11,8% o volume de idosos com idade entre 65 e 84 registrados como inadimplentes. As altas também foram elevadas em outras faixas etárias como a que vai dos 50 aos 64 anos (8,5%), acima de 85 anos (7,7%) e dos 40 aos 49 anos (7,1%). Considerando as pessoas de 30 a 39 anos, houve um aumento de 3,9% no volume de inadimplentes.
Entre a população mais jovem, a inadimplência apresentou retração em novembro, como a queda de -22,3% entre devedores de 18 a 24 anos e a de -4,0% levando em conta os consumidores de 25 a 29 anos. 

Dívidas em nome de pessoas físicas crescem 4,77% em um ano. De todas as pendências, dívidas com instituições financeiras respondem por 51%

Outro dado do indicador é o volume de dívidas em nome de pessoas dívidas. Nesse caso, houve uma alta de 4,77% em novembro frente o mesmo mês de 2017. O dado representa uma forte aceleração do crescimento das dívidas, uma vez que em novembro do ano passado, a quantidade de dívidas havia caído 3,8%.
A abertura do indicador por setor da economia revela que as dívidas bancárias, que englobam cartão de crédito, cheque especial, financiamentos e empréstimos, foi a líder no ranking de crescimento, com alta de 10% no período. Em seguida surgem os atrasos com serviços de internet, TV por assinatura e telefonia, cuja alta foi de 9%. Já as contas básicas para o funcionamento da residência, como água e luz, cresceram 7,1% no volume de atrasos. O único setor a apresentar queda na quantidade de dívidas não pagas foi o comércio, que teve recuo de 6,6%.
De modo geral, as dívidas com instituições financeiras continuam ocupando a maior fatia do total de dívidas que estão em atraso no país: 51% das pendências são devidas a essas empresas. Logo depois vem os serviços de comunicação (15%), crediário no comércio (17%) e contas de água e luz (9%).

Metodologia

O indicador de inadimplência do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra do indicador e a série histórica em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos
Fonte: Segs

Vendas de Natal devem crescer 3,5%, projeta Boa Vista

 

Varejo deve movimentar R$ 57,6 bilhões na principal data comemorativa do ano para o setor
Em comparação ao Natal do ano passado, a Boa Vista estima um acréscimo nominal de R$ 3,66 bilhões nas receitas do varejo e um aumento de 3,5% do volume de vendas em relação a 2017, crescimento ligeiramente inferior ao registrado no Natal do ano passado (4,2%).
Segundo os economistas da Boa Vista, a expectativa de crescimento é justificada, entre outros fatores, pelas condições favoráveis do mercado de crédito. Diante inadimplência baixa, os bancos vêm se mostrando cada vez mais dispostos a aumentar a oferta de empréstimos. Já por parte dos consumidores, as taxas de juros menores e a melhora da confiança nos últimos meses vêm elevando a demanda por crédito.
Por outro lado, o elevado nível de desemprego e o fraco crescimento da renda impedem um crescimento ainda mais expressivo das vendas. Os economistas ponderam que a projeção de crescimento menor do que o registrado na Black Friday, quando as vendas apresentaram alta de 4,7%, não sugere enfraquecimento do movimento do comércio. Eles ressaltam que o Natal é uma data já consolidada no varejo, enquanto a Black Friday vem ganhando relevância ano após ano.
Ainda de acordo com a Boa Vista, 83% dos consumidores brasileiros pretendem ir às compras no Natal de 2018, o que representa um universo de 119,3 milhões de pessoas, que devem movimentar, somente no varejo, a cifra de R$ 57,6 bilhões, valor que representa 32,3% das receitas do varejo de dezembro e 3,7% das receitas do varejo de todo o ano.
É o que mostram as estimativas da Boa Vista elaboradas a partir dos dados da Pesquisa Anual do Comércio do IBGE, da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, das estimativas populacionais do IBGE e da pesquisa com consumidores sobre os hábitos de consumo no Natal e Fim de ano realizada pela própria Boa Vista.
A tabela abaixo mostra a evolução das vendas no Natal.
SOBRE A BOA VISTA
A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.
Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.
A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.
Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.
Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.
Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.
Fonte: Segs

 

 

 

Bloomberg: Bradesco vende R$ 8 bi em créditos podres para a Ativos, do BB

Bradesco (BBDC4), segundo maior banco do Brasil em valor de mercado, vendeu uma carteira de créditos inadimplentes de R$ 8 bilhões para a Ativos, uma unidade do Banco do Brasil (BBAS3), afirmaram duas pessoas com conhecimento do assunto consultadas pela Bloomberg.
De acordo com a reportagem, o banco com sede em Osasco vendeu créditos com recebimento em atraso de pessoas físicas e de empresas pequenas e médias, disseram as pessoas, pedindo para não serem identificadas porque as transações não são públicas. A maioria do créditos já havia sido baixada a prejuízo pelo banco, disse uma das pessoas.
A unidade brasileira do Banco Santander também quer vender uma carteira de créditos inadimplentes do varejo, totalizando cerca de R$ 3,5 bilhões, disse uma das pessoas. O banco criou um processo competitivo e ainda não escolheu um vencedor.
Bradesco, Santander e Ativos não quiseram comentar. Os bancos brasileiros estão vendo oportunidades no mercado de créditos podres no momento em que o país se recupera da pior recessão já registrada e a taxa de inadimplência começa a cair. Os bancos não apenas estão vendendo crédito com recebimento em atraso como também estão comprando empresas especializadas em recuperá-los.
Em outubro do ano passado, o Bradesco anunciou que comprará uma participação majoritária em uma unidade da PRA Group Inc., a RCB Investimentos SA. Seguiu, assim, o Itaú Unibanco, o maior banco do país em valor de mercado, que comprou a Recovery em abril de 2016, e a unidade do Santander no Brasil, que comprou uma empresa semelhante no ano passado. A Ativos já comprou créditos podres do Bradesco e do Santander antes.
Fonte: Money Times

Imposto de renda: 628 mil declarações caíram na malha fina

O número corresponde a 2% do total – de mais de 31,4 milhões – de declarações apresentadas neste ano
Receita Federal informou nesta sexta-feira, 7, que 628 mil declarações de Imposto sobre a Renda da Pessoa Física estão retidas na malha fina devido a inconsistências nas informações prestadas. O número corresponde a 2 por cento do total – de mais de 31,4 milhões – de declarações apresentadas neste ano.
Do total de declarações retidas, 70,35 por cento apresentam imposto a restituir, 25,88 por cento tem imposto a pagar e 3,77 por cento não apresenta imposto a restituir ou a pagar.
As principais razões pelas quais as declarações foram retidas são: omissão de rendimentos do titular ou seus dependentes (379.547); divergências entre o IRRF informado na declaração e o informado em Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF), feita pelas empresas, com 183.274 casos; informações erradas sobre despesas médicas (163.594 declarações); dedução de previdência oficial ou privada, dependentes, pensão alimentícia e outras (128.536). A Receita informa ainda que uma declaração pode ficar retida por uma ou mais razões.
Para saber se a declaração está na malha fina, os contribuintes podem acessar o Extrato de Processamento da DIRPF na página da Receita Federal na internet. Para acessar o extrato da declaração, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou o certificado digital emitido por autoridade habilitada.
Ao acessar o extrato, é importante prestar atenção na seção Pendências de malha. É nessa seção que o contribuinte pode identificar se a declaração está retida em malha fiscal, ou se há alguma outra pendência que possa ser regularizada por ele mesmo, informa a Receita.
Se a declaração estiver retida em malha fiscal, nessa seção, o contribuinte encontrará links para verificar com detalhes o motivo da retenção e consultar orientações de procedimentos. Constatando erro na declaração apresentada, o contribuinte pode regularizar a situação apresentando declaração retificadora.
Inexistindo erro na declaração apresentada e estando de posse de todos os documentos comprobatórios, o contribuinte pode optar por aguardar intimação ou agendar pela internet uma data e local para apresentar os documentos e antecipar a análise de sua declaração pela Receita Federal.
O agendamento para declarações do exercício 2018 começa a partir de janeiro de 2019.
Fonte: Exame.com

13º salário injeta R$ 211 bi na economia, mas maior parte será destinada para o pagamento de dívidas e investimentos

Segundo pesquisa, 17% das pessoas pretendem quitar dívidas e 27% delas pretendem poupar ou investir o valor recebido
A projeção divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o 13º salário irá injetar cerca de R$ 211,2 bilhões de reais na economia este ano, esse número representa aproximadamente 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do País.
Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e o Serviço de Proteção ao Crédito, quatro a cada 10 trabalhadores estão decididos a dar esses usos ao dinheiro extra tradicionalmente pago no fim do ano.
O estudo mostrou que 27% dos brasileiros ouvidos no levantamento pretendem poupar ou investir o valor, enquanto 17% pretendem quitar as dívidas em atraso. Outros 23% dessa parcela devem usar parte do dinheiro para comprar presentes de Natal.
Especialistas recomendam que antes de decidir o que fazer com o dinheiro, o ideal é que o consumidor analise sua situação financeira e estabeleça suas prioridades. Para eles, o 13º salário deve ser, primeiramente, utilizado para pagar dívidas atrasadas, empréstimos e investimentos.
Edemilson Koji Motoda, diretor do Grupo KSL, percebe essa mudança anualmente quando a data se aproxima. “Os consumidores sempre procuram agendar seus acordos próximos ao recebimento do 13º salário, pois contam com uma renda extra.”, comenta.
A KSL Associados é uma empresa de crédito e cobrança que há mais de 20 anos no mercado utiliza do atendimento humanizado para finalizar seus acordos, no período de novembro e dezembro há um aumento médio de 15% no valor recuperado em algumas carteiras, em relação ao bimestre anterior. “Trabalhamos com a cobrança personalizada, ou seja, buscamos sempre segmentar e entender plenamente as características de cada cliente e assim, oferecer meios que o ajudem a regularizar suas dívidas”, informa Motoda.
O empresário acredita na importância de haver uma reeducação financeira, mostrando para população os benefícios de quitar suas dívidas evitando acúmulos de encargos e juros.
“Dívida é ruim para qualquer pessoa, assim, quanto antes poder quitá-la é fundamental para organização e saúde financeira e o 13º é uma ótima oportunidade para colocar suas contas em dia. Nesse sentido, é sempre bom entrar em contato e buscar negociar formas que vise a quitação da pendência, dessa forma, ele evita o acúmulo de encargos e juros, podendo ainda – de forma mais estruturada e equilibrada – voltar a consumir”, finaliza.
Sobre a KSL
Com mais de 20 anos no mercado, a KSL Associados atua no segmento de crédito e cobrança, contribuindo para o desenvolvimento de um do setores que mais cresceu nos últimos anos. Inicialmente atuando exclusivamente na área de cobrança, especialmente amigável, a empresa cresceu e se desenvolveu atuando assim, em todos os pontos de contato com o cliente.
Fonte: Segs

Inadimplência do consumidor cai 1,3% no acumulado em 12 meses, segundo a Boa Vista

Em novembro houve queda de 1,1% na comparação mensal

A inadimplência do consumidor caiu 1,3% no acumulado em 12 meses (dezembro de 2017 até novembro de 2018 frente aos 12 meses antecedentes), de acordo com dados nacionais da Boa Vista. Na avaliação mensal com ajuste sazonal, novembro apresentou variação negativa de 1,1% frente a outubro. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2017, o indicador caiu 4,1%.
Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, ocorreu queda nas regiões Centro-Oeste (-3,2%), Norte (-3,9%), Nordeste (-0,5%) e Sudeste (-1,4%). Já na região Sul houve alta de 0,7%.
As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Passado o período mais intenso da crise econômica, o indicador demonstra sinais de que caminha para estabilização, após longo período de queda nos registros. Ainda assim, a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência está condicionada por uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho, diminuição dos juros e evolução da renda.
Metodologia
O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.
SOBRE A BOA VISTA
A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.
Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.
A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.
Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.
Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.
Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.
Fonte: Segs

Banrisul confirma plano de desligamento para até 600 funcionários

SÃO PAULO  –  O Banrisul informou que não foi aceita pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS) proposta apresentada para formalização de acordo coletivo de trabalho que contemplasse plano de desligamento por aposentadoria voluntária (PDAV). Assim, a diretoria do banco resolveu aprovar isoladamente um novo PDAV, exatamente nos termos da primeira proposta.

Poderão aderir ao PDAV empregados aposentados pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) ou aptos para tanto. O número de desligamentos será limitado a 600 empregados, com prioridade aos que possuem mais tempo de serviço no banco. O prazo de adesão vai de 4 a 19 de dezembro. Os desligamentos deverão ocorrer de 7 de janeiro a 15 de março de 2019.

uros sobre capital próprio A diretoria do Banrisul também aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) de R$ 30 milhões relativos ao quarto trimestre. Isso equivale a R$ 0,07332661 por ação ON, R$ 0,08065927 por ação PNA e R$ 0,07332661 por ação PNB. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da sociedade em6 de dezembro, passando as ações a ser negociadas “ex-direito” a partir de 7 de dezembro.

Fonte: Valor Economico

CNC: Parcela da renda para pagar dívida atinge menor patamar em 5 anos

RIO  –  A parcela de renda média das famílias comprometida com dívidas registrou o menor patamar para meses de novembro em cinco anos. É o que mostrou nesta quarta-feira (5) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) ao anunciar a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

Na pesquisa, a parcela de renda média da família comprometida com pagamento de débitos foi de 29,4% em novembro deste ano. Além de ser inferior à de outubro deste ano (29,5%), bem como à de novembro do ano passado (30,6%), foi a mais baixa para o mês de novembro desde 2013 (29,1%).

Segundo levantamento, diminuiu de 60,7% para 60,3% entre outubro e novembro a parcela de famílias que se declararam endividadas – sendo menor do que a de novembro do ano passado (62,2%).
Para Marianne Hanson, economista da CNC, os pagamentos de 13º e bonificações no fim do ano ajudaram as famílias a quitarem parte de suas dívidas. Ao mesmo tempo, houve sinais de melhora no mercado de trabalho, com impacto positivo na renda e, com isso, na capacidade de pagamento das famílias.

A continuidade desse fenômeno, no entanto dependerá da permanência de sinais positivos no emprego a partir do ano que vem, alertou a economista.

Na pesquisa divulgada hoje pela confederação, houve melhora tanto nos indicadores de endividamento quanto nos de inadimplência. A parcela de famílias que se declararam endividadas com contas em atraso foi de 22,9% em novembro deste ano, inferior à de outubro (23,5%) e a de novembro do ano passado (25,8%).

Os endividados que se declararam sem condições de quitar dívidas ficaram com percentual de 9,5% em novembro, também abaixo de outubro (9,9%) e novembro do ano passado (10,1%).

Marianne comentou ser inegável a redução de endividamento das famílias em novembro. No entanto, observou que a maioria dos sinais de melhora no emprego foi mais originada do mercado informal. “Temos taxa de desemprego muito alta ainda”, lembrou a especialista.

Nos dados mais recentes do IBGE, a taxa de desemprego até o trimestre móvel encerrado em outubro deste ano é de 11,7% – o que representa 12,4 milhões de desempregados.

Para a especialista, são necessários sinais de melhora mais robusta no mercado de trabalho, com maior ritmo de abertura de vagas no mercado formal, que normalmente tem impacto mais sustentável na trajetória da renda – e, com isso, na capacidade de pagamento das famílias. Assim, o ritmo de pagamento de dívidas poderia acelerar, comentou a especialista. “Mas a tendência até o momento é de redução de endividamento das famílias”, afirmou.

Entre as dívidas mais citadas em novembro, mais uma vez o cartão de crédito foi o mais lembrado entre os endividados (77,4%); seguido por carnês (14,8%); e financiamento de carro (10,2%).

Fonte: Valor Economico

Parcela de consumidores que pretende comprar algum produto parcelado ou financiado cresce em novembro

Segundo a FecomercioSP, o indicador também apontou que 33,8% dos paulistanos endividados declararam ter reserva financeira
A parcela de paulistanos que pretende comprar algum produto financiado ou parcelado subiu em novembro. É o que aponta o Índice de Intenção de Financiamento, um dos componentes da Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
O indicador registrou alta de 6,6%, ao passar de 43,8 pontos em outubro para 46,8 pontos em novembro. Isso significa que 22,6% dos paulistanos declararam ter a intenção de comprar um produto com pagamento parcelado ou financiado nos próximos três meses.
A PRIE também apontou que 33,8% dos paulistanos endividados declararam ter reserva financeira em novembro, ou seja, diante de um imprevisto no orçamento familiar, esses consumidores teriam condições de pagar, pelo menos, parte das dívidas. O índice de segurança de crédito dos endividados subiu 16,4%, passando de 58,2 pontos em outubro para 67,7 pontos em novembro.
O índice geral obteve alta de 6,5%, de 77,2 pontos em outubro para 82,2 pontos em novembro. Em contrapartida, a segurança de crédito dos não endividados sofreu queda de 3,9%.
De acordo com a FecomercioSP, a intenção de financiamento tem correlação direta com a expectativa profissional, e essa variável tende a melhorar à medida que novo governo apresente as suas propostas e diretrizes sobre a política econômica. A Entidade lembra que o mercado financeiro tem preferência por determinadas políticas econômicas, e não especificamente por políticos.

A Federação ainda ressalta que a PRIE mostrou sinais positivos em novembro. Com relação à segurança de crédito, o indicador é, de forma geral, volátil. Contudo, também obteve ganho neste mês, visto o aumento da proporção de pessoas que dizem ter algum tipo de reserva aplicada.

Aplicações
A poupança segue como a modalidade de aplicação preferida dos paulistanos – em novembro, 57,9% escolheram essa opção de investimento. A preferência pela renda fixa passou de 23,3% em outubro para 21,8% em novembro. A renda variável subiu para 4,2% em novembro, ante os 3,9% que haviam sido registrados em outubro.

Sobre a PRIE
A Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), apurada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), tem o objetivo de acompanhar o interesse dos paulistanos em contrair crédito e a evolução da proporção de famílias endividadas na capital paulista que possuam aplicações financeiras, gerando um índice de risco inerente a essas operações. Os dados que compõem a PRIE são coletados em 2,2 mil entrevistas mensais realizadas na cidade de São Paulo.

Sobre a FecomercioSP
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 137 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista – e quase 10% do PIB brasileiro – gerando em torno de 10 milhões de empregos.

Fonte: Segs