SECOBESP

CARTA AOS FILIADOS AO SECOBESP

CARTA AOS FILIADOS AO SECOBESP

Prezadas Empresárias e Empresários do Setor de Cobrança

ASSUNTO:  CONVENÇÃO COLETIVA 2021/2022

Informamos que foram assinadas pelo SECOBESP as convenções coletivas relativas ao período 2021/2022 com os Sindicatos Laborais.

Pedimos especial atenção de entrarem em contato com a secretaria@secobesp.org.br para que possam receber a CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) de sua região e colocarem em prática aquilo que ficou acordado entre as partes para o próximo exercício. Solicitamos ainda a gentileza de checarem com nossa secretaria sobre a situação das contribuições assistenciais/sindicais da sua empresa com o Secobesp conforme previsto na CCT, mantenha suas contribuições em dia para que possamos continuar trabalhando pelo setor.

Estamos vivendo momentos desafiadores, tais como: alta de inflação, legislações sendo criadas dificultando o exercício da atividade de cobrança, reflexos de uma crise sanitária e de saúde sem precedentes, elevação de custos, transformação tecnológica, novas leis de segurança de informação, dentre outros. Teremos muito trabalho pela frente, participem, precisamos de representatividade para que nosso setor seja protagonista e consiga conquistas nas discussões que estão ocorrendo, não mediremos esforços.  

Temos uma nova diretoria no Secobesp, eleita agora em 2021 com mandato até 2023, queremos não só dar continuidade ao que já vinha sendo feito mas também ampliar nossa atuação, reformulando o site www.secobesp.org.br, comunicar em outras redes sociais, implementar a Ouvidoria, criar comissões especificas para cada frente de atuação, enfim, termos um Secobesp inclusivo, inovador e atuante com a participação de todos que puderem e quiserem nos apoiar.

Demonstrarmos representatividade é fundamental.

O Secobesp além de liderar as negociações das CCTs do setor possui outras atribuições estatutárias como representar as empresas filiadas nos assuntos que envolvam os interesses da categoria. Em nosso Estatuto podemos destacar no artigo 4.º os parágrafos II, IV, V, VII que estabelecem as regras de comportamento e atividades a serem executadas. Esse trabalho vem sendo realizado com muita dedicação por seus dirigentes, diretores executivos não remunerados que dão sua parcela de dedicação e colaboração ao SECOBESP, não só na data bases das negociações, mas, também, em todas as obrigações administrativas e de representação da categoria, doando espontaneamente seu tempo e dividindo seus afazeres empresariais/executivos com os temas sindicais em prol do setor de cobrança.

Num passado recente, após pouca participação e envolvimento dos empresários do setor e devido a desobrigação das contribuições aos sindicatos, a Carta Sindical do Secobesp foi cogitada pela antiga diretoria ser devolvida ao Ministério do Trabalho, fato que deixaria o setor sem a específica representatividade. Diante desse cenário, que deixaria o setor sem um Sindicato Patronal específico, é que essa nova diretoria assumiu esse desafio e agora conta com a participação crescente dos empresários do setor no Secobesp, seja com suas contribuições assistenciais/sindicais patronais previstas nas CCTs seja participando das Assembleias e dos Grupos de Trabalho que serão montados nas frentes necessárias.

Temos a certeza de que seguiremos adiante, juntos, vencendo todos os desafios.

Precisamos mais do que nunca, atentar, participar e proteger os interesses do nosso setor.

Cordialmente,

Presidente

SECOBESP – Sindicato das Empresas de Cobrança e Recuperação de Crédito do Estado de São Paulo

O SECOBESP SERÁ O QUE NÓS FIZERMOS DELE!!!

LGPD deve colocar ‘pé no freio’ em ligações de call centers, avalia especialista

Segunda-feira (2), ele explicou que grande parte desses telefonemas indesejados vem de dados obtidos ilegalmente pelas empresas.

“Conseguem esse telefone, colocam no banco de dados e começam a ligar insistentemente”, disse Silveira. “Com a vigência da LGPD, começam a existir procedimentos específicos e não fica tão simples para empresas fazerem essas abordagens inconvenientes.”

Segundo a nova lei, para que uma empresa entre em contato com as pessoas será necessário autorização prévia. Caso isso não ocorra ou, depois de um tempo, for solicitado que as ligações cessem e a empresa insistir, Silveira explicou que é o momento que cabem punições.

“A partir de agora, as punições podem ser aplicadas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), e vão desde uma advertência até multa que pode chegar a 5% do faturamento de uma empresa, limitado a R$ 50 milhões, além de bloqueio e proibição do tratamento dos dados pessoais — a punição mais grave que pode existir.”

Como já existem iniciativas para coibir a prática de ligações insistentes, como o site Não Pertube, cadastro organizado pela Anatel para evitar que empresas de telemarketing abusem dos telefones indesejados, o especialista reforçou outras formas para cessar o problema.

Homem recebe ligação de Call Center em celular

Foto: Hassan OUAJBIR / Unsplash

“Se continuam te ligando, há três caminhos: primeiro, pode buscar o Procon da sua cidade ou estado, e ele pode aplicar uma multa; também pode-se judicializar e pedir indenização por danos morais. E existe um caminho novo que é o de se fazer uma denúncia justamente à ANPD, que é responsável pela aplicação das penalidades da LGPD.”

Se tudo isso falhar, Silveira admite que resta pouco a fazer. “Infelizmente não tem muito o que fazer, a não ser ir no Procon, fazer a denúncia e tornar público nossa insatisfação. Com a LGPD em vigor, temos certeza que o setor de telemarketing vai colocar o pé no freio porque vão começar a ser multados.”

Fonte: CNN Brasil

Lei proíbe oferta de crédito por telefone a idosos e aposentados

Procon passa a fiscalizar e punir instituições financeiras em caso de infração. Multa começa em R$ 200 mil

A partir desta quarta-feira (4 ), está proibida a oferta de crédito por telefone a idosos no Distrito Federal. De acordo com a nova lei distrital, de número 6.930/21, fica vedado às instituições financeiras oferecer qualquer tipo de empréstimo e cartão de crédito consignado a idosos, aposentados e pensionistas, por meio de ligação telefônica.

Em caso de descumprimento da nova lei, a instituição financeira pode ser multada em R$ 200 mil. Sem prejuízo da aplicação da multa, a reincidência na infração, dentro do mesmo ano fiscal, pode também acarretar a exclusão da inscrição estadual da empresa.

“Nós comemoramos muito essa vitória. Vivemos diariamente dramas de idosos que são vítimas do assédio de financeiras no oferecimento de crédito. A pessoa mal se aposenta e, no mesmo dia, já se inicia uma enxurrada de ligações de oferta de empréstimo. A lei fortalece o poder de ação do Procon na coibição e punição aos infratores”, defende o diretor-geral do Procon, Marcelo Nascimento.

No Procon, vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), durante o ano de 2020, 143 consumidores registraram queixas em relação a empréstimo consignado geral. De janeiro deste ano até agora, o número já subiu para 255 reclamações.

A lei foi publicada na edição desta quarta do Diário Oficial do Distrito Federal e já está em vigor.

Fonte: Agência Brasília

Penhora de crédito não pode prejudicar atividade da devedora, diz TJ-SP

A penhora do crédito não pode prejudicar a atividade da devedora. O entendimento é da 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo ao limitar em 10% a penhora sobre os repasses mensais de uma construtora a uma imobiliária devedora.

A decisão se deu em ação ajuizada por um comprador contra as duas empresas. Ele adquiriu imóveis, que só foram entregues com meses de atraso. A ação foi julgada procedente para condenar as rés, solidariamente, a pagar ao autor o equivalente a 0,5% do valor dos contratos atualizados.

O pagamento, conforme a sentença, será feito mensalmente, desde a data em que deveria ter ocorrido a entrega até a efetiva transferência dos lotes ao autor. Iniciado o cumprimento provisório de sentença, foi deferida a penhora de créditos que a imobiliária tem a receber da construtora.

A penhora foi limitada em 10% dos repasses mensais. Isso porque, segundo o relator, desembargador Rui Cascaldi, o percentual não é “ínfimo nem excessivo”. Além disso, ele observou que já há outras execuções em face da imobiliária ré em que foi determinada a mesma medida constritiva.

“Muito embora a penhora de créditos não se confunda com a penhora de faturamento, já que a primeira diz respeito a um contrato específico e a outra compreende todos os recebíveis, presentes e futuros, certo é que a executada é sociedade de propósito específico (SPE), constituída unicamente para comercializar os lotes do residencial em questão, razão pela qual a penhora da integralidade do repasse de valores da construtora responsável pelo empreendimento poderia inviabilizar a atividade econômica da executada”, disse.

Fonte: Conjur

Bradesco quer descarbonizar suas carteiras de crédito até 2050

O Bradesco aderiu ao Net-Zero Alliance, programa das Nações Unidas para o meio ambiente, e se comprometeu a descarbonizar suas carteiras de crédito e investimentos até 2050.

Segundo o banco, o compromisso faz parte da estratégia de sustentabilidade da organização, de seu posicionamento frente à crise climática e reforça a ambição de financiar a transição para uma economia mais limpa, eficiente e resiliente.

“Nossa intenção não é excluir empresas de nosso portfólio, mas trabalhar junto com elas para apoiar em sua transição para uma economia mais sustentável. Como participantes do setor financeiro, entendemos que temos o desafio e a obrigação de engajar nossos clientes em relação ao tema”, disse Marcelo Pasquini, head de sustentabilidade do Bradesco.

A partir da 26 Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 26, os bancos signatários terão 18 meses para definir as metas que deverão ser cumpridas pelas empresas que fazem parte de seus portfólios. O planejamento inclui a divulgação dos compromissos a longo prazo, até 2050, e também de médio prazo, até 2030.

Fonte: Monitor Do Mercado

Código do Consumidor muda e facilita negociação de dívida

Nova lei prevê uma espécie de recuperação judicial para pessoas físicas, forçando credores a sentarem à mesa para negociar, e poderá injetar R$ 350 bi na economia

Em vigor há menos de um mês, a “Lei do Superendividamento” poderá ser uma saída para os 30 milhões de brasileiros que têm mais da metade da renda comprometida com dívidas. A norma cria uma espécie de “recuperação judicial” para pessoas físicas e força os credores a se sentarem à mesa para negociar.

São regras que poderão injetar R$ 350 bilhões na economia, segundo estudo da Ordem dos Economistas do Brasil e do Instituto do Capitalismo Humanista. A norma, que atualiza o Código de Defesa do Consumidor, vem num momento de crise para as famílias. Hoje, 70% delas estão endividadas, conforme a Confederação Nacional do Comércio. São débitos no cartão de crédito, lojas de varejo, luz, água e gás.

Entre os superendividados, a maioria é de mulheres, com ganhos variando entre um a três salários mínimos, segundo estudo da UFRGS. Para especialistas, a lei tem pontos importantes para garantir esses acordos. Convocado a negociar, o credor que deixar de comparecer sem justificativa tem o direito de cobrança suspenso, assim como os juros da dívida.

“Uma vez à mesa, vemos propostas de até 80% de desconto na dívida”, diz a juíza do Tribunal de Justiça do Paraná Carolina Gabriele Spinardi, responsável pela área de negociações de endividados, criada em 2010. No Estado, a média de acordos é de 25%. No Tribunal gaúcho, que tem atendimento similar, o êxito chega a 40%.

O juiz do Paraná Rafael Velloso Stankevec avalia que a lei dá condições de o consumidor ser novamente inserido na economia, evitado-se a exclusão social. Os acordos podem ser feitos via Procons, centros de mediação da Justiça e pelas Defensorias Públicas. Sem um consenso, o consumidor pode pedir a abertura de um processo conduzido por um juiz, que desenhará um plano de pagamento compulsório.

Fonte: Valor Econômico

Varejo pós-pandemia: Como atender os novos hábitos de consumo?

Social Miner destaca personalização e uma boa comunicação dentro da jornada omnichannel, para que empresas consigam se adaptar ao novo comportamento dos consumidores

As mudanças no comportamento do consumidor, que já vinham ocorrendo ao longo dos últimos anos, se intensificaram rapidamente durante a pandemia. Nesse contexto, para muitas empresas, a digitalização aconteceu às pressas e, com isso, algumas estratégias importantes acabaram ficando de lado. Estratégias essas cruciais para atender, por exemplo, a crescente demanda do público online.

A pesquisa ” Jornada omnichannel e o futuro do varejo “, feita pela Social Miner – empresa que une dados de consumo, tecnologia e humanização para ajudar sites a otimizarem seus resultados – em parceria com a Opinion Box, revela por exemplo que neste ano, 49% dos consumidores pretendem mesclar suas compras entre ambientes online e lojas físicas. Para se ter uma ideia, em 2019 esse número era de 29%.

Além disso, ainda de acordo com o estudo, neste ano 48% das pessoas pretendem aproveitar para comprar tudo aquilo do que vêm se privando durante a crise e 84% estão na expectativa de encontrar boas ofertas.

Pensando nesse público, suas novas necessidades e em como melhorar sua experiência de consumo, a Social Miner destaca alguns dados que podem ser levados em consideração pelas empresas na hora de traçar suas estratégias.

Jornada Omnichannel

A mesma pesquisa revela que52% dos consumidores pretendem comprar online e retirar nas lojas físicas; 50% esperam poder contar com serviços alternativos como drive-thru nos shoppings; e 52% esperam poder continuar consumindo pelo Whatsapp e Instagram:

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Já entre aqueles que preferem consumir no varejo físico, 46% mencionam a vantagem de poder ver e sentir os produtos.

Esses números destacam a importância de, neste cenário, as companhias integrarem seus canais de comunicação com o cliente a fim de atendê-lo de forma personalizada e adequada à nova jornada na qual, apesar de transitar pelo ambiente físico e online, sua experiência deve ser única.

Personalização

Para trabalhar a omnicanalidade e se comunicar de forma personalizada, o primeiro passo é ter visibilidade sobre a jornada do consumidor, independente do ambiente em que ele esteja. Recursos como a identificação de leads – seja nos sites, aplicativos, redes sociais ou nas lojas físicas e que sigam as normas da Lei Geral de Proteção de Dados – são essenciais para entender o comportamento de compra do público – o que procuram, onde e como buscam – e acessá-los de uma maneira adequada a este perfil.

Assim, se um cliente vai a uma loja física e demonstra interesse numa camiseta, mas não encontra seu tamanho, a empresa, devidamente autorizada pelo consumidor, pode avisá-lo que aquele item está disponível no site da marca ou enviar um SMS direcionando o consumidor ao estabelecimento mais próximo que tem o item em estoque. Este nível de personalização, que permite entregar recomendações muito mais assertivas, se assemelha à experiência que pequenas empresas proporcionam – por terem esse contato mais próximo e exclusivo com o cliente.

Comunicação

Para obter bons resultados em sua atuação na jornada do consumidor, o varejista precisa ter uma comunicação clara e empática, condizente com a marca e o perfil dos potenciais clientes. É preciso levar em consideração o contexto do consumidor para entregar benefícios relevantes – sejam eles financeiros ou não – o que, de acordo com os estudos da empresa, geram até 4 vezes mais engajamento (aqui medidos pelos cliques) com as campanhas.

Com base nesses principais pontos, é possível traçar um plano de ação criativo e eficiente, baseado em dados, e que se adapte rapidamente às necessidades dos consumidores e, consequentemente, gerem bons resultados para as empresas.

Fonte: Segs

Busca por crédito bate recorde histórico com crescimento de 17,3% no primeiro semestre de 2021

Setor de serviços foi o principal responsável pela alavancagem do índice

O Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian registrou um aumento de 17,3% no primeiro semestre de 2021 em comparação com o mesmo período de 2020. Essa foi a maior alta desde 2008, ano em que a série histórica do índice teve início. O setor de Serviços impulsionou o cenário positivo com expansão de 18,4%, enquanto o Comércio cresceu 17,4% e as Indústrias 12,1%.

De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, existem dois cenários que podem explicar o aumento da busca por crédito. “Muitos empreendedores ainda estão precisando fortalecer o fluxo de caixa de suas empresas, por isso, o desconto de recebíveis tem sido uma solução frequente e aumentado a tomada de crédito. Outro fator que influencia os números positivos está ligado às linhas de crédito rurais, imobiliárias e de veículos, pois as empresas que estão mais estabilizadas financeiramente começaram a utilizar essas ferramentas a fim de expandir o próprio negócio”.

Na análise semestral por porte as micro e pequenas empresas ganharam destaque, com aumento de 17,8% na procura por crédito. Em sequência estão as grandes (6,3%) e médias (4,4%). Nas regiões brasileiras o comparativo também registra alta geral. Em sequência estão, Nordeste (20,8%), Norte (17,9%), Centro-Oeste (17,8%), Sul (16,5%) e Sudeste (16,4%).

Variação anual revela aumento de 23,2% em junho

O comparativo entre junho de 2021 e o mesmo mês do ano anterior registrou um crescimento de 23,2% na demanda das empresas por crédito. Também nessa análise foi o segmento de Serviços que mais cresceu (25,4%), seguido pelo de Comércio (22,5%) e Indústrias (15,4%).

Em relação ao porte das empresas as MPEs tiveram a maior expansão, de 23,6%. “O desempenho dos micro e pequenos negócios pode ter sido estimulado por uma nova medida do Banco Central que entrou em vigor no começo de junho. Desde então as empresas desse porte passaram a ter novos comandos regulatórios capazes de ampliar seu limite de crédito nas operações de recebíveis de cartões”, explica Rabi.

Fonte: Redação