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O eSocial para empresas do Simples Nacional: Agora é pra valer

Amanhã dia 10 de janeiro começa o cadastramento no eSocial para mais de 99% das empresas brasileiras, devendo assim atingir 14 milhões de empreendimentos. Essas empresas fazem parte do grupo 3 – que incluem os empregadores pessoa física (exceto doméstico), empresas do Simples Nacional, produtores rurais pessoa física e entidades sem fins lucrativos.

Com isso, até o dia 9 de abril, essas empresas deverão se integrar ao eSocial, tendo que enviar informações essenciais do empregador, incluindo o registro de abertura da empresa dentre outros.

“Esse novo momento irá atingir a grande maioria das empresas, e é fundamental se adequar a essa nova obrigação, sob o risco de receber pesadas multas. Para não ter problema com prazos, na Confirp já nos antecipamos e já estamos com todos os clientes cadastrados”, conta Daniel Raimundo dos Santos.

O eSocial já era realidade para as empresas brasileiras do lucro real e presumido e os primeiros ensinamentos já estão sendo aprendidos. “Observamos que o processo de adequação realmente é bastante complexo, já que exige mudanças culturais, principalmente dos departamentos pessoais das empresas. Mas acreditamos que com o tempo as empresas observarão resultados positivos”, acredita o consultor Daniel Raimundo dos Santos.

Ele conta que na Confirp, com base nessas mudanças e pesados investimentos em tecnologia, foi criado um sistema em que todas as informações trabalhistas sejam centralizadas e transmitidas para o eSocial, em um ambiente muito seguro para as empresas.

A experiência de quem já vem utilizando a plataforma do governo pode ajudar aqueles que a partir de agora devem se adequar. Inicialmente, acreditava-se que o sistema teria como ponto crítico a implementação. De fato, o ambiente digital apresentou falhas, mas o verdadeiro impacto ficou por conta da imposição de um novo fluxo e ritmo de trabalho.

O eSocial alterou a realidade dos profissionais que atuam em áreas como departamento pessoal e recursos humanos das empresas que já são obrigadas, gerando aumento na demanda de atividades relacionadas à adequação do sistema de processamento eletrônico e coleta de dados, formalização de processos e padronização de rotinas.

Como a plataforma demanda capacidade técnica e conhecimento da legislação para o cumprimento pleno dos requisitos e dos prazos, quem investe na qualificação e conscientização de sua equipe consegue passar de forma serena pelas próximas etapas do eSocial.

É hora de se capacitar e se especializar em departamento pessoal e eSocial

Como você pode perceber, o eSocial traz muitas mudanças importantes e é preciso ter atenção redobrada para estar preparado, ainda mais agora com os prazos de implantação do programa se aproximando.

Sendo assim gostaríamos que conhecessem nosso treinamento completo e totalmente na prática de departamento pessoal e eSocial para contadores. Aprenda todos os detalhes do departamento pessoal de forma simples e descomplicada. Saiba tudo sobre regras, documentos, procedimentos, leis e tudo que envolve o setor, além de dominar o eSocial por completa. Essa é a sua grande oportunidade de aprender todos os procedimentos na prática com profissionais experientes e atuantes no segmento, clique aqui acesse já e comece 2019 com o pé direito!

Fonte: Jornal Contabil

Amanhã dia 10 de janeiro começa o cadastramento no eSocial para mais de 99% das empresas brasileiras, devendo assim atingir 14 milhões de empreendimentos. Essas empresas fazem parte do grupo 3 – que incluem os empregadores pessoa física (exceto doméstico), empresas do Simples Nacional, produtores rurais pessoa física e entidades sem fins lucrativos.

Com isso, até o dia 9 de abril, essas empresas deverão se integrar ao eSocial, tendo que enviar informações essenciais do empregador, incluindo o registro de abertura da empresa dentre outros.

“Esse novo momento irá atingir a grande maioria das empresas, e é fundamental se adequar a essa nova obrigação, sob o risco de receber pesadas multas. Para não ter problema com prazos, na Confirp já nos antecipamos e já estamos com todos os clientes cadastrados”, conta Daniel Raimundo dos Santos.

O eSocial já era realidade para as empresas brasileiras do lucro real e presumido e os primeiros ensinamentos já estão sendo aprendidos. “Observamos que o processo de adequação realmente é bastante complexo, já que exige mudanças culturais, principalmente dos departamentos pessoais das empresas. Mas acreditamos que com o tempo as empresas observarão resultados positivos”, acredita o consultor Daniel Raimundo dos Santos.

Ele conta que na Confirp, com base nessas mudanças e pesados investimentos em tecnologia, foi criado um sistema em que todas as informações trabalhistas sejam centralizadas e transmitidas para o eSocial, em um ambiente muito seguro para as empresas.

A experiência de quem já vem utilizando a plataforma do governo pode ajudar aqueles que a partir de agora devem se adequar. Inicialmente, acreditava-se que o sistema teria como ponto crítico a implementação. De fato, o ambiente digital apresentou falhas, mas o verdadeiro impacto ficou por conta da imposição de um novo fluxo e ritmo de trabalho.

O eSocial alterou a realidade dos profissionais que atuam em áreas como departamento pessoal e recursos humanos das empresas que já são obrigadas, gerando aumento na demanda de atividades relacionadas à adequação do sistema de processamento eletrônico e coleta de dados, formalização de processos e padronização de rotinas.

Como a plataforma demanda capacidade técnica e conhecimento da legislação para o cumprimento pleno dos requisitos e dos prazos, quem investe na qualificação e conscientização de sua equipe consegue passar de forma serena pelas próximas etapas do eSocial.

É hora de se capacitar e se especializar em departamento pessoal e eSocial

Como você pode perceber, o eSocial traz muitas mudanças importantes e é preciso ter atenção redobrada para estar preparado, ainda mais agora com os prazos de implantação do programa se aproximando.

Sendo assim gostaríamos que conhecessem nosso treinamento completo e totalmente na prática de departamento pessoal e eSocial para contadores. Aprenda todos os detalhes do departamento pessoal de forma simples e descomplicada. Saiba tudo sobre regras, documentos, procedimentos, leis e tudo que envolve o setor, além de dominar o eSocial por completa. Essa é a sua grande oportunidade de aprender todos os procedimentos na prática com profissionais experientes e atuantes no segmento, clique aqui acesse já e comece 2019 com o pé direito!

Fonte: Jornal Contabil

É o fim dos cartões de crédito?

Recentemente, a Mastercard fez um anúncio ousado: atualizou sua logomarca retirando seu nome e mantendo apenas os círculos vermelho e amarelo interligados. Essa iniciativa decorre de uma aposta muito interessante, isto é, a empresa acredita na descontinuidade da utilização de cartões físicos, sejam de débito ou de crédito, em um futuro próximo. Nesse cenário, estes modelos seriam substituídos por outros meios de pagamentos desmaterializados ou incorporados ao vestuário, como smartwatches, pulseiras e outros mecanismos capazes de transmitir dados para transferência de recursos de maneira muito mais moderna.

Considerando a enorme representatividade da Mastercard nesse setor, realmente é uma atitude de peso. Mas será que esse prognóstico retrata a realidade do mercado consumidor em geral? Isso facilitaria ou, ao contrário, dificultaria o acesso de algumas pessoas a outros meios de pagamento que não as cédulas?

Fazendo um rápido paralelo, recentemente observei que a maioria dos jovens dispensa o uso de relógios de pulso. E não são poucos aqueles que afastam o sonho do veículo próprio ou de casa própria em prol da praticidade de aplicativos de transporte e a possibilidade de não limitar sua capacidade de mudança. A palavra é “flexibilidade”. Essa é uma tendência que não pode ser ignorada pelos prestadores de serviços de diversas áreas. O setor financeiro, vanguardista em muitos aspectos, está atento a essa característica geracional. Justamente por esse motivo a Mastercard volta seus olhos para a assunção de novos papéis, revestindo-se das qualidades de uma finntech, preocupada em entregar a esse público o que ele pede.

Essa estratégia será vitoriosa? Isso dependerá de como serão tratados os clientes mais “clássicos”. Nessa categoria podemos encontrar, por exemplo, aqueles que sentem satisfação em ostentar um relógio de marca consolidada, uma bela caneta, ou um cartão “black”, “infinity”, “eternity” ou seja lá o nome criado pelo marketing produtor de objetos do desejo um pouco anteriores aos novos tempos.

Também há de se pensar em grupos que apresentam um pouco mais de dificuldade em assimilar novas tecnologias para todos os aspectos da vida, preferindo “falar com o gerente” de verdade, olho no olho, e não por chat no aplicativo. É o caso de um grande colega acadêmico que passa dos sessenta anos e gosta, sim, de tecnologia. Mas que prefere negociar a aplicação de seus investimentos observando cuidadosamente as feições do analista de risco do banco enquanto expõe cada opção existente no mercado. Prefere ir à agência do que “conversar” com a voz robótica do atendimento automático que finge lhe conhecer de longa data.

E quanto àqueles que não podem ou não conseguem concentrar suas atividades diárias em soluções “smart”? Ficarão excluídos do público-alvo nessa nova concepção? Recentemente estive ouvindo as queixas de três senhoras cujo plano de saúde só faz agendamento e validação de consultas por aplicativo, porém nenhuma delas tem “smartphone”. E agora?

Esses grupos não são necessariamente resistentes, mas cultivaram seus valores e preferências. Para cativá-los, talvez ações de marketing não sejam suficientes. A vitória ou o fracasso das novas inciativas repousa tanto no olhar para o futuro, como no cuidado com os clientes “clássicos” e no atendimento daqueles que ainda não dominam as novas tecnologias, seja incluindo-os ou oferecendo alternativas de acordo com suas preferências.

As prestadoras de serviços nunca devem esquecer que vanguardismo é bom, mas cliente bem atendido é melhor ainda.

Fonte: Segs

Endividamento e inadimplência das famílias recuam em dezembro ante novembro

A proporção de endividados caiu de 60,3% em novembro para 59,8% em dezembro

RIO – Os brasileiros ficaram menos endividados na reta final do ano passado, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) mostra que a proporção de famílias com dívidas caiu de 60,3% em novembro para 59,8% em dezembro.

O resultado é também 2,4 pontos porcentuais inferior ao de dezembro de 2017, quando 62,2% das famílias estavam endividadas.

A inadimplência também teve ligeira queda: 22,8% das famílias tinham dívidas ou contas em atraso em dezembro de 2018, contra 22,9% em novembro. Em dezembro de 2017, 25,7% das famílias estavam inadimplentes.

O total de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes diminuiu de 9,5% em novembro para 9,2% em dezembro. Há um ano, essa fatia era de 9,7%.

“As taxas de juros em patamares mais baixos constituem um fator favorável à queda da inadimplência, assim como a sazonalidade do período. O recebimento do décimo terceiro salário favorece o pagamento de contas em atraso”, justificou a economista Marianne Hanson, da CNC, em nota oficial.

O cartão de crédito manteve-se como o principal tipo de dívida, mencionado por 78,1% das famílias entrevistadas, seguido pelos carnês (14,7%) e pelo financiamento de carro (10,2%). O tempo médio de atraso no pagamento de dívidas foi de 63,5 dias em dezembro de 2018, abaixo dos 64,3 dias registrados no mesmo período do ano anterior. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 6,9 meses, sendo que 31,3% das famílias possuíam dívidas por mais de um ano. Entre os endividados, 19,6% afirmaram ter mais da metade da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

A pesquisa considera como dívidas as contas a pagar através de cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro.

Fonte: Estadão

Brasileiro não consegue pagar gastos de início do ano com o que ganha

Cresce, porém, número dos que poupam dinheiro para tais despesas, diz pesquisa

Apenas 9% dos brasileiros dizem que têm condições de pagar as despesas sazonais do início do ano com o próprio rendimento, mostra levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O levantamento considera despesas como o pagamento dos impostos Predial e Territorial Urbano (IPTU) e sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do material escolar. De acordo com a pesquisa, 11% dos entrevistados não fizeram planejamento financeiro para pagar tais compromissos neste início de ano.

Foram entrevistadas 804 pessoas de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.

Cresceu, por outro lado, o percentual de consumidores (21%, em 2017, para 31% em 2018) que juntaram dinheiro ao longo do ano passado para arcar com essas despesas típicas deste período. Um terço dos entrevistados disse ter guardado ao menos uma parte do13º salário para cobrir esses gastos, enquanto 24% abriram mão das compras de natal para economizar.

O levantamento aponta ainda que 19% fizeram algum bico ou trabalho extra para aumentar a renda e honrar esses compromissos.

Simulação

Para saber a melhor forma de pagar os impostos do início do ano, à vista com desconto ou parcelado, a CNDL e o SPC fizeram uma simulação. As entidades destacam que, para saber o que é mais vantajoso, é preciso avaliar se o desconto oferecido é maior do que o valor que esse dinheiro renderia caso estivesse em alguma aplicação financeira de fácil resgate. Cada estado e município têm regras próprias.

A simulação mostra que, no caso do IPVA, em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde o imposto pode ser dividido em até três pagamentos, a quitação à vista tende a ser mais vantajosa. O desconto oferecido é de 3%.

Considerando um valor hipotético de R$ 1.200, o desconto resultaria em um abatimento de R$ 36 se fosse pago de uma única vez. Se a escolha fosse investir o valor do IPVA e sacar as parcelas a cada vencimento, o rendimento final seria de R$ 6, considerando uma aplicação com juros de 0,5% ao mês, equivalente a investimentos de renda fixa.

Fonte: Exame.com

Somente 9% dos brasileiros conseguem pagar despesas de início de ano com o que recebem, mostra levantamento da CNDL/SPC Brasil

Por outro lado, 31% dos consumidores juntaram dinheiro ao longo do ano para quitar tributos, como IPTU e IPVA. Simulação do SPC Brasil mostra que pagamento à vista é, em geral, mais vantajoso do que parcelamento

Passada a euforia das compras de Natal e das comemorações do Réveillon, o mês de janeiro é um período de reflexão, que exige do consumidor muito planejamento para não começar o ano com as finanças desajustadas. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que apenas 9% dos brasileiros dizem ter condições de pagar as despesas sazonais do início de ano, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e material escolar, com os próprios rendimentos. A pesquisa ainda mostra que 11% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento financeiro para pagar esses compromissos neste início de ano.

A boa notícia é que cresceu o percentual de consumidores que juntaram dinheiro ao longo do último ano para arcar com essas despesas sazonais, saltando de 21% em 2018 para 31% em 2019. Há ainda 31% de entrevistados que garantem ter guardado ao menos parte do décimo terceiro salário para cobrir os gastos, ao passo que 24% decidiram abrir mão de compras no Natal passado para sobrar recursos. O levantamento também descobriu que 19% fizeram algum bico ou trabalho extra para aumentar a renda e conseguir honrar esses compromissos.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, para começar 2019 com a saúde financeira em dia é preciso que o consumidor mantenha a disciplina nos gastos e monte um planejamento. “O mês de janeiro concentra muitas despesas como viagens de férias, parcelas remanescentes das compras de Natal e despesas de impacto considerável para o orçamento, como IPTU, IPVA e aquisição de material escolar. O recomendável é que o consumidor já tenha traçado no final do ano passado um planejamento das suas despesas sazonais, separando mensalmente uma quantia para essa finalidade. Mas quem ainda não teve tempo ou nem pensou nisso, precisa agilizar a organização para não passar sufoco”, alerta a economista.

Um dado que sinaliza como o orçamento do consumidor tende a ficar pressionado neste início de ano é que, em média, os consumidores que dividiram o pagamento dos presentes de Natal devem terminar de quitar as prestações somente entre os meses de abril e maio, segundo levantamento do SPC Brasil, fato que exige ainda mais disciplina para não atrasar o pagamento de tantas despesas. 

Simulação mostra que pagar impostos de uma vez é mais vantajoso do que optar pelo parcelamento

Pagar os impostos de início de ano à vista ou parcelado? Na avaliação da economista Marcela Kawauti, para quem já possui uma reserva financeira, o ideal é quitar de uma vez o pagamento do IPTU e do IPVA, assim o consumidor se livra dessas despesas e fica com orçamento menos pressionados nos meses seguintes. “Mas é preciso tomar cuidado para que o consumidor não fique sem reserva nenhuma ao usar todo o dinheiro que possui guardado para honrar esses compromissos, pois caso surjam imprevistos como desemprego ou doença, ele terá de recorrer a alguma reserva em vez de se endividar com empréstimos”, alerta a economista.

Para quem quiser avaliar se o desconto no pagamento à vista é mais vantajoso do que o parcelamento, o consumidor deve fazer um cálculo criterioso. O primeiro passo é avaliar se o desconto oferecido é maior do que o valor que esse dinheiro renderia caso estivesse em alguma aplicação financeira de fácil resgate. Lembrando que cada Estado e município tem suas próprias regras de desconto e é preciso ficar atento a essas diferenças.

No caso do IPVA, que pode ser parcelado em até três vezes em Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, o pagamento à vista tende a ser mais vantajoso. Nesses três Estados o desconto oferecido no pagamento único é de 3%. Isso significa que, um pagamento hipotético de R$ 1.200 resultaria em um abatimento de R$ 36 se fosse pago de uma única vez. Por outro lado, se o consumidor investisse o valor do tributo e sacasse as parcelas a cada vencimento, o rendimento final seria de apenas R$ 6, considerando uma aplicação com juros de 0,5% ao mês, como é o caso de alguns investimentos de renda fixa, que superam a poupança.
contasinicio

Fonte: Segs

Bradesco prepara entrada no crédito de imóvel na planta em 2019

O Bradesco prepara seu ingresso no mercado de “crédito associativo”, modalidade na qual o financiamento do imóvel é feito ainda na planta e não somente após a conclusão da obra. A ideia do banco é começar a explorar esse mercado a partir do início próximo ano. Depois de estudar o segmento ao longo deste exercício, o Bradesco já teria alguns projetos no radar para dar o pontapé nessa linha. Na semana passada, o Santander Brasil anunciou, em parceria com a MRV, sua entrada no crédito associativo. O banco tem apetite para construir uma carteira da ordem de R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão no primeiro ano de atuação. A modalidade é vista pelas construtoras como a segurança que faltava para retomarem com mais fôlego os lançamentos. Já do lado dos bancos privados, ainda havia receio quanto ao risco da linha, uma vez que a garantia na concessão do financiamento não estava consolidada. Teme-se uma inadimplência mais alta do que a do crédito imobiliário tradicional.

Ampliou o leque. A chegada dos bancos privados aumenta o número de competidores que explora o crédito associativo no Brasil. Até então, somente a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil atuavam nessa linha, por meio do financiamento de imóveis enquadrados nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida (MCMV). Procurado, o Bradesco confirmou as informações. O Itaú, questionado sobre seu interesse em atuar em crédito associativo, informou que sempre avalia oportunidades no segmento de financiamento imobiliário, mas que não tem planos de disponibilizar essa modalidade no curto prazo.

Fonte: Blog Televendas

Credor colaborador: uma opção para receber dívidas

Uma alternativa para as empresas que têm valores a receber de entidades que entram em recuperação judicial é de se tornar, nos termos do Plano de Recuperação oferecido, seu “credor colaborador”. Segundo Letícia Martins de França, sócia do Departamento de Contencioso e Arbitragem da ABA, nesses casos, o objetivo é participar das atividades da empresa em dificuldade para receber antes e/ou um maior valor do que receberia sem tomar essa providência.

Para isso, no entanto, é preciso analisar cuidadosamente o Plano de Recuperação Judicial, que esclarece como a companhia será reestruturada e, principalmente, como os credores serão pagos. “O que costuma assustar são os prazos de carência para a quitação da dívida. Os recebimentos começam após cerca de dois anos e, o que é pior, com uma redução significativa do valor (deságio), além dos longos prazos de parcelamento que chegam a 30 anos”, explica Letícia Martins de França.

Como funciona

Com o deságio e os longos prazos, o credor recebe uma parte reduzida dos créditos. Tradicionalmente, a regra prevê o pagamento prioritário das dívidas trabalhistas, depois aquelas com garantia real e, somente depois, o restante.

Aqui entra a figura do credor estratégico, grupo que, anteriormente, poderia ser formado apenas por bancos financiadores e fornecedores, e que hoje é aberto aos outros tipos de credores que servem de apoio para a empresa em recuperação judicial. Diversas decisões judiciais admitem a inclusão dos clientes da empresa em questão, por exemplo. São clientes que se dispõem a continuar os negócios com a empresa em crise financeira, com o benefício de receber o pagamento dos seus créditos antecipadamente e, ainda, com deságio menor e em menos parcelas.

Fonte: Blog Televendas

Simples Nacional: As principais mudanças e as novas atividades de 2019

O ano novo já chegou e a consultas acerca das principais mudanças no Simples Nacional 2019 já estão aumentando. Afinal, o número de empresas enquadradas nesse regime tributário é enorme. E claro, todo ano algumas mudanças são feitas, forçando os empresários e profissionais contábeis a estarem sempre atentos a todas as novidades.

Para lhe ajudar a conhecer as principais mudanças no Simples Nacional 2019, criamos um pequeno guia que elenca os pontos mais importantes. Com isso, você terá uma ideia clara de todas as alterações e de como elas poderão afetar o seu negócio. Portanto, não deixe de acompanhar até o fim. Vamos começar?

Os objetivos do Simples Nacional 2019

Para quem ainda não se aprofundou no estudo desse regime tributário, é sempre bom explicar como ele funciona. Nesse caso, podemos considerar o Simples Nacional como uma forma de tributação mais descomplicada (na teoria), cujo objetivo é agilizar os processos e simplificar a cobrança de impostos de todas as empresas que recebem até R$ 4,8 milhões por ano.

No caso do Simples Nacional 2019, os objetivos permanecerão os mesmos. Contudo, como sempre gostamos de destacar, o Simples não é tão simples quanto indica a teoria. Dizemos isso, pois esse regime tributário deve ser muito bem estudado, já que ele possui uma série de tabelas e anexos. E, óbvio, cada um desses elementos possui suas regras, alíquotas, etc.

Ademais, é por esse motivo que sempre destacamos a necessidade da realização de um bom planejamento tributário no início do ano. Com esse planejamento, é possível avaliar as opções e verificar se o Simples Nacional é realmente a alternativa que fará o seu negócio pagar menos impostos.

Portanto, todo regime tributário tem as suas particularidades, o que faz com que a necessidade de encontrar um contador capaz de realizar um bom planejamento tributário aumente ainda mais. Pense bem: você não gostaria de pagar menos impostos, dentro da lei?Então, esse é o objetivo de um bom planejamento tributário e, sem dúvidas, um contador de qualidade conseguirá lhe ajudar nesse sentido.

As principais mudanças no Simples Nacional 2019

Agora que já falamos sobre o Simples Nacional e seus objetivos, podemos falar sobre as mudanças que chegarão com a virada do ano. Felizmente, o Simples Nacional 2019 passou por menos mudanças do que no ano passado. De qualquer forma, algumas dessas alterações podem impactar muitos negócios.

Para começar, uma das principais mudanças no Simples Nacional 2019 foi a diminuição do número de tabelas. No ano passado, o número havia sido reduzido para seis. Neste ano, teremos apenas cinco. Confira quais são elas:

  • Comércio;

  • Indústria;

  • Receitas de locação de bens e prestação de serviços relacionados no parágrafo 5º – B, D, E, F do art. 18 da Lei Complementar nº 123;

  • Receitas de prestação de serviços relacionados no parágrafo 5º – C, do art. 18 da Lei Complementar nº 123;

  • Receitas decorrentes de prestação de serviços relacionados no parágrafo 5º – I, do art. 18 da Lei Complementar nº 123.

Além disso, as mudanças no Simples Nacional 2019 também têm como destaque uma diminuição nas alíquotas de cada anexo e nas faixas de renda.

O Simples Nacional 2019 terá novas atividades

Como costuma acontecer a cada novo ano, a lista de atividades que permitem o enquadramento no Simples Nacional foi atualizada. Desse modo, um novo grupo de negócios poderá optar pelo regime tributário. Confira a lista:

  • Indústria ou comércio de bebidas alcoólicas: micro e pequenas cervejarias, micro e pequenas vinícolas e afins. (Desde que não produzam ou comercializem no atacado);

  • Serviços médicos: atividades de medicina, enfermagem, medicina veterinária, odontologia, psicologia, psicanálise, etc.

  • Representação comercial e outros serviços relacionados à intermediação de negócios e serviços de terceiros: auditoria, economia, consultoria e afins.

Novamente, é sempre bom lembrar que, apesar de o Simples Nacional parecer ser atrativo, é imperativo avaliar minuciosamente as projeções tributárias para saber se, na prática, esse regime tributário será melhor para o seu negócio. Isto é, antes de ingressar no Simples Nacional, faça o possível para verificar se essa é realmente a melhor escolha.

E os parcelamentos no Simples Nacional 2019?

Para encerrar, é bom ressaltar que, dentre as mudanças do Simples Nacional 2019, a possibilidade de fazer mais parcelamentos é, sem dúvidas, uma das alterações mais atrativas. Assim, caso o seu negócio esteja com problemas financeiros, será possível refinanciar os débitos e organizar o seu orçamento.

Obviamente, é sempre importante realizar os devidos estudos de forma prévia. Com isso, será possível garantir que os parcelamentos possam realmente ser benéficos para o seu negócio. Enfim, nesse caso, não haverá jeito melhor do que organizar as contas e avaliar os mais diversos cenários.

Aliás, se quiser uma ajudinha para montar o seu orçamento anual, não deixe de baixar (de forma gratuita) o nosso eBook: Planejamento Anual Crie o seu Orçamento e mude o rumo do seu negócio. Com ele, você terá uma série de dicas e uma planilha interessante para lhe ajudar com as contas. Não deixe de conferir!

Atenção ao Simples Nacional 2019

Neste post, apresentamos as principais mudanças no Simples Nacional 2019. Como pôde perceber, algumas alterações podem impactar o seu negócio de forma relevante. Por isso, é sempre importante prestar bastante atenção às mudanças, regras, etc.

Neste post, apresentamos as principais mudanças no Simples Nacional 2019. Como pôde perceber, algumas alterações podem impactar o seu negócio de forma relevante. Por isso, é sempre importante prestar bastante atenção às mudanças, regras, etc.

Fonte: Jornal Contabil

Custo de vida na região metropolitana de São Paulo sofre queda de 0,36% em novembro, a maior do ano

De acordo com a FecomercioSP, segmento de transporte foi o principal responsável pela desaceleração do custo de vida

Após duas altas consecutivas, o custo de vida na região metropolitana de São Paulo caiu 0,36% em novembro, a maior queda de 2018. Contudo, no acumulado do ano, o indicador registrou variação positiva de 3,14%, e nos últimos 12 meses, a elevação foi de 3,91%. Os dados são da pesquisa Custo de Vida por Classe Social (CVCS), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Entre as nove categorias que compõem o indicador, quatro sofreram variação negativa em novembro. Destaque para transporte (-0,78%), que, ao contrário de outubro, quando apontou a maior alta, desta vez foi a principal contribuição de baixa no resultado no mês. Contudo, de janeiro a novembro, acumulou variação positiva de 3,06%. Nos últimos 12 meses, a alta foi de 4,87%.

O segmento de saúde também influenciou na queda do custo de vida, com baixa de 0,90%. No acumulado de 2018, apontou altas de 2,60% e de 3,09% (nos últimos 12 meses). O grupo ficou abaixo da média geral dos preços para ambos os períodos.

Na segmentação por renda, as classes A e B foram as que menos sentiram o recuo dos preços em novembro, encerrando o mês com quedas de 0,08% e 0,26%. As classes D e E foram as mais favorecidas em novembro, com recuos de 0,59% e 0,53%, respectivamente.

IPV

O Índice de Preços no Varejo (IPV) sofreu queda de 0,80% em novembro, o maior recuo desde julho deste ano. Contudo, no acumulado do ano, houve alta de 2,67%, e nos últimos 12 meses, apontou acréscimo de 3,37%. No mesmo período de 2017, os preços dos produtos mostravam uma alta média de 1,59%.

Dos oito segmentos que compõem o IPV, cinco encerraram o mês com queda em seus preços médios no comparativo com outubro: transportes (-1,29%); saúde e cuidados pessoais (-2,13%); alimentação e bebidas (-0,65%); vestuário (-0,52%); e educação (-0,04%).

Ao contrário de outubro, o segmento de transportes foi o principal responsável pela baixa dos preços em novembro (-1,29%). No entanto, no acumulado em 12 meses, apontou alta de 6,12%. Em 2018, verificou-se acréscimo de 4,8%. Destaques para os subgrupos automóvel novo (-0,64%); óleo lubrificante (-0,40%); acessórios e peças (-2,85%); pneu (-0,29%;, gasolina (-3,72%); e óleo diesel (-0,07%). A assessoria econômica da FecomercioSP já havia alertado sobre o recuo nos preços dos combustíveis nos meses anteriores, em virtude dos anúncios da Petrobras de redução no preço do componente energético.

O grupo de saúde e cuidados pessoais também sinalizou preços mais baixos em novembro, com queda de 2,13%. Nos últimos 12 meses, o recuo foi de 1,29%. No acumulado de 2018, a baixa foi de 1,47%. Os principais destaques foram vistos em analgésico e antitérmico (-0,21%); vitamina e fortificante (-1,93%); hormônio (-1,85%); psicotrópico e anorexígeno (-0,49%); produto para pele (-11,97%); produto para unha (-1,60%); perfume (-7,08%); sabonete (-2,18%); e artigos de maquiagem (-6,14%).

Na segmentação do IPV por faixa de renda, as classes D e C foram as mais beneficiadas, com recuos de 0,91% e 0,86%, respectivamente. Já as classes E e B terminaram, ambas, em novembro com baixa de 0,76%.

IPS

O Índice de Preços de Serviços (IPS) subiu pelo terceiro mês consecutivo, com leve alta de 0,10% em novembro. No acumulado dos últimos 12 meses, os serviços obtiveram variação positiva de 4,46%. No acumulado de 2018, houve uma elevação de 3,61%. Considerando os dados de 2017, o indicador apontou aumentos de 0,58% no mês e de 5,58% nos últimos 12 meses, findos em novembro do ano passado.

Dos oito segmentos que compõem o IPS, apenas habitação registrou recuo (-0,87%) em novembro ­– a principal influência foi a queda de preço na energia elétrica residencial de 5,32%. Contudo, nos últimos 12 meses, habitação obteve acréscimo de 4,71%, e, em 2018, a alta foi de 4,73%. Por outro lado, comunicação e educação se mantiveram estáveis em comparação a outubro. Os outros seis grupos encerraram com variação positiva em seus preços médios.

O segmento de alimentação e bebidas foi o principal a puxar a alta dos preços, com aumento de 1% em novembro. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor apontou acréscimo de 4,82%, e, em 2018, a alta foi de 3,22%. Os subgrupos que se destacaram foram: refeição (1,21%); lanche (0,31%); café da manhã (1,26%); refrigerante e água mineral (0,62%); cerveja (0,92%); e doces (0,68%).

Na segmentação do IPS por faixa de renda, as classes A e B foram as que mais sentiram as variações, com altas de 0,36% e 0,19%, respectivamente. Já para as classes E e D, o IPS apontou decréscimos de 0,18% e 0,12%, consecutivamente.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, influenciado pelo preço dos produtos, o custo de vida na cidade de São Paulo caiu em novembro. Entretanto, mesmo com a desaceleração dos preços médios, ainda há alta real de preços em grupos que são essenciais para o orçamento familiar (alimentação, habitação, transportes e educação), e isso restringe, inevitavelmente, a renda das famílias de renda mais baixa.

Segundo a Entidade, ainda é esperado alguma pressão nos preços dos alimentos em dezembro, principalmente por haver uma procura maior por itens importados que são utilizados nas festividades de fim do ano, o que está registrado na avaliação da série histórica. A Federação lembra que o medidor oficial da inflação (IPCA-IBGE) deve fechar o ano com alta próxima a 4%, dentro da meta estipulada pelas autoridades monetárias.

Metodologia

O Custo de Vida por Classe Social (CVCS), formado pelo Índice de Preços de Serviços (IPS) e pelo Índice de Preços do Varejo (IPV), utiliza informações da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE e contempla as cinco faixas de renda familiar (A, B, C, D e E) para avaliar os pesos e os efeitos da alta de preços na região metropolitana de São Paulo em 247 itens de consumo. A estrutura de ponderação é fixa e baseada na participação dos itens de consumo obtida pela POF de 2008/2009 para cada grupo de renda e para a média geral. O IPS avalia 66 itens de serviços e o IPV, 181 produtos de consumo.

As faixas de renda variam de acordo com os ganhos familiares: até R$ 976,58 (E); de R$ 976,59 a R$ 1.464,87 (D); de R$ 1.464,88 a R$ 7.324,33 (C); de R$ 7.324,34 a R$ 12.207,23 (B); e acima de R$ 12.207,23 (A). Esses valores foram atualizados pelo IPCA de janeiro de 2012. Para cada uma das cinco faixas de renda acompanhadas, os indicadores de preços resultam da soma das variações de preço de cada item, ponderadas de acordo com a participação desses produtos e serviços sobre o orçamento familiar.

Sobre a FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 137 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista – e quase 10% do PIB brasileiro – gerando em torno de 10 milhões de empregos.

Fonte: Segs

Títulos de dívida corporativa crescem 34% em 2018 em 2018

Debêntures representaram 74% do volume total de emissões do ano

Em 2018, os títulos de renda fixa corporativos (Debênture, CRA, CRI e Nota Comercial), mais os FIDC, apresentaram crescimento de 34% no volume de emissões em relação ao mesmo período do ano passado, somando R$ 200 bilhões em novos registros, segundo levantamento da Unidade de Títulos e Valores Mobiliários da B3.

Os títulos mais emitidos foram as debêntures, com R$ 147 bilhões, 62% a mais do que no ano de 2017. O estoque fechou o ano em R$ 354 bilhões. Já o CRI apresentou aumento de 16% em relação ao ano anterior, com R$ 9,5 bilhões emitidos, contra R$ 8,2 bilhões em 2017.

“O mercado de capitais continuou sendo fundamental para o financiamento de longo prazo das empresas em 2018. Nossa expectativa era a de termos um primeiro semestre mais forte e depois uma estabilização, por conta do período pré-eleitoral, mas o ritmo de emissões continuou intenso até outubro, contribuindo para o volume recorde desse mercado”, analisa Fábio Zenaro, diretor de Produtos de Balcão, Commodities e Novos Negócios da B3.

Os investidores institucionais, segmento onde estão incluídos os fundos de investimento, foram o destaque, representando 44% do total distribuído em 2018.

O segmento de captação bancária também teve bom desempenho em 2018. Além das opções já consolidadas como CDB, LF, LCI e LCA, instituições como bancos e sociedades de crédito passaram a contar com uma nova opção de produto para captar recursos: a Letra Imobiliária Garantida (LIG).

Entre 21 de novembro, data do primeiro registro de LIG na B3, e 28 de dezembro, foram emitidas 36 LIGs, totalizando um volume de R$ 2 bilhões, que também corresponde ao estoque do produto.

Já o estoque de CDBs bateu sucessivos recordes no ano, chegando ao final de dezembro com R$ 875 bilhões. O volume de emissões no ano chegou bem perto de 5 trilhões.

Sobre a B3

A B3 S.A. (B3SA3) é uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo e uma das maiores em valor de mercado, entre as líderes globais do setor de bolsas.

Conecta, desenvolve e viabiliza o mercado financeiro e de capitais e, junto com os clientes e a sociedade, potencializa o crescimento do Brasil.

Atua nos ambientes de bolsa e de balcão, além de oferecer produtos e serviços para a cadeia de financiamento. Com sede em São Paulo e escritórios em Londres e Xangai, desempenha funções importantes no mercado pela promoção de melhores práticas em governança corporativa, gestão de riscos e sustentabilidade.

Fonte: Segs