SECOBESP

Quase metade de usuários da internet não quer compartilhar dados bancários

A poucos meses de começar a ser implementado no Brasil, o Open Banking ainda não é conhecido pelo brasileiro e, por isso, tem gerado desconfiança. Uma pesquisa feita pelo banco digital C6 Bank em conjunto com o IBOPEdtm mostrou que 46% dos entrevistados não têm interesse de compartilhar seus dados com as instituições financeiras, e que 72% se preocupam com quem terá acesso a essas informações. Ao mesmo tempo, 38% entendem que, ao permitir esse compartilhamento, terão acesso a serviços mais personalizados. Já a maioria (73%) afirma que precisa entender melhor o assunto para decidir. O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre os dias 18 e 24 de novembro.

Minoria da minoria. A pesquisa do C6 mostrou também que apenas 2% dos entrevistados conhecem bem o que é o Open Banking. O início do processo de implementação, que estava previsto para 30 de novembro, passou para 1º de fevereiro de 2021. A conclusão, que deveria acontecer até 25 de outubro de 2021, foi para 15 de dezembro do ano que vem.

Fonte: O Estado de São Paulo

SECOBESP INFORMA

O SECOBESP informa que já assinou a CONVENÇÃO COLETIVA, relativa ao período 2020/2022 com as entidades representativas dos empregados do segmento de Recuperação de Crédito somente de São Paulo.

Por oportuno, o SECOBESP solicita que as empresas entrem em contato para a emissão da devida CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL com vencimento em 30/11/2020 ou a isenção da mesma, informa também que a CCT estará à disposição da filiada através de e-mail apenas para as que se encontram em dia com suas Contribuições Sindicais e Assistenciais.

Para obtenção do documento encaminhe um e-mail para adm@secobesp.org.br ou secretaria@secobesp.org.br informando o CNPJ e Razão Social.

Att, SECOBESP

NOVA PALESTRA SOBRE LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)

CICLO DE PALESTRAS  ASERC / SECOBESP / UNIASERC 

NOVA PALESTRA SOBRE LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)

IMPACTO NO SEGMENTO – RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO – OPERAÇÃO

Dia 25 DE NOVEMBRO às 10hs

Prezados senhores,

Convidamos a todos os nossos filiados a assistirem a palestra a respeito do LGPD, agora em uma abordagem muita mais focada em esclarecer e orientar nossas empresas no tratamento e uso de dados pelo nosso segmento no dia a dia do nosso trabalho.

A live será realizada no dia 25/11 às 10:00hs, esperamos a participação de todos, principalmente pela importância do tema.

As inscrições podem ser feitas através dos nossos e-mails ouvidoria@aserc.org.br secretaria@secobesp.org.br com antecedência, para que possamos estabelecer a mídia a ser utilizada de acordo com a demanda, além de contar com a inteiração de todos nos questionamentos que poderão ser feitos no ato, e, ou, por intermédio dos e-mails acima,  para respostas posteriormente, assim como qualquer contato com o palestrante.

Palestrante DR. LEANDRO ALVARENGA MIRANDA

Segue a qualificação do nosso palestrante, demonstrando todo seu envolvimento e conhecimento do assunto: Advogado brasileiro e europeu, consultor nacional e internacional em privacidade, proteção de dados e direito digital, Data Protection Officer – DPO Europeu (curso superior na Espanha), autor do livro “a proteção de dados pessoais e o paradigma da privacidade” e co autor do Livro “O Legitimo Interesse e a LGPDP”, palestrante,  professor  em MBAs na cadeira de Direito Digital e Consumidor, participante no Congresso Nacional da criação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e Cadastro Positivo, pós graduado em direito civil e processo, mestre em direito internacional e doutorando pela Universidade Autônoma de Barcelona, membro do 5º Tribunal de Ética e Disciplina e da Comissão de Direito do Consumidor da OAB/SP, Membro da Comissão Permanente de Estudos de Tecnologia e Informação do Instituo dos Advogados de São Paulo – IASP, colunista do Olhar Digital e consultor da câmara dos Deputados e Senado nas áreas de tecnologia e direito. Diretor Jurídico da Associação Nacional de Bureaus de Informação – ANBI.

ESSA PALESTRA SERÁ PATROCINADA POR : LEMIT e Kolmeya

Parceira e fornecedora de insumos tecnológicos operacionais às empresas. ACESSE O SITE https://lemitti.com/home, e https://kolmeya.com.br/home conheça e qualidade e as vantagens dos produtos oferecidos, em condições especiais para filiados a ASERC e SECOBESP.

Voltaremos ao assunto para informes sobre o link a ser acessado.

Em caso de dúvidas usem os nossos canais “HOME”

PARTICIPEM

SECOBESP: O ÚNICO SINDICATOEXCLUSIVO DA CATEGORIA

ASERC : ASSOCIAÇÃO OFICIAL NACIONAL DA CATEGORIA

Itaú aumenta crédito e tem menor inadimplência, mas lucro cai quase 30% no 3º trimestre, para R$ 5 bilhões

Banco diz que em meio ao cenário adverso da economia, em face da pandemia de Covid-19, segue notando sinais de melhora

Maior banco privado do país, o Itaú (ITUB4) conseguiu ampliar sua carteira de empréstimos no terceiro trimestre deste ano, reduzindo a taxa de inadimplência, mas não escapou de uma redução do lucro na comparação anual.

O lucro recorrente do banco foi de R$ 5,030 bilhões entre julho e setembro, 29,7% menor do que o valor visto um ano antes. Contra o segundo trimestre, porém, houve um aumento de 19,6%.

O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido (indicador que mede como os bancos investem os recursos de seus acionistas, chamado de ROE) foi de 15,7%. Ele apresentou uma alta frente ao segundo trimestre de 2,2 pontos percentuais, mas ainda assim ficou 7,8 pontos percentuais abaixo do nível visto entre julho e setembro de 2019.

“Em meio ao cenário adverso da economia, em face da pandemia de Covid-19, seguimos notando sinais de melhora ao longo do terceiro trimestre”, destacou o banco em seu balanço.

Um desses sinais de melhora foi o aumento da carteira de crédito, de 4,4% sobre o segundo trimestre e de 20,4% sobre o mesmo período de 2019. Com isso, o banco encerrou setembro com R$ 847 bilhões em empréstimos.

O crescimento mais expressivo da carteira de crédito foi no segmento micro, pequenas e médias empresas, que subiu 36,9% na comparação anual. Já os empréstimos a pessoas físicas aumentaram 3,5%.

Segundo o Itaú, o crescimento da carteira de crédito para micro, pequenas e médias empresas ocorreu em função da concessão de linhas incentivadas pelo governo como o Pronampe e o FGI BNDES. O banco também destacou que seu balanço foi ajudado pelo custo do crédito menor — houve uma redução de 18,7% na comparação anual, atingindo R$ 6,3 bilhões.

Isso devido à menor necessidade de constituição de provisão para perdas no banco de atacado no Brasil, o que foi compensado parcialmente pelo aumento da despesa no banco de varejo no país.

O banco registrou a menor taxa de inadimplência acima de 90 dias desde a fusão entre com o Unibanco, em 2008, de 2,2% no terceiro trimestre. Um ano antes, ela estava em 2,9%, e no segundo trimestre deste ano, em 2,7%.

Com isso, o banco pôde reduzir em 16,2% as provisões para possíveis calotes (créditos de liquidação duvidosa), na comparação com o trimestre anterior, para R$ 6,337 bilhões. Sobre o mesmo período do ano passado, houve aumento de 28,8%.

A margem financeira com clientes recuou 11,2% na comparação anual, para R$ 16,9 bilhões. Segundo o banco, isso ocorreu em função da mudança no mix de produtos do varejo, com uma menor utilização de produtos rotativos e maior utilização de créditos parcelados com melhores condições e taxas, da maior representatividade da carteira de pessoas jurídicas e do impacto da redução da taxa de juros na remuneração do capital de giro próprio.

As despesas não decorrentes de juros, que foram de R$ 12,7 bilhões, cresceram no trimestre (+4,7%) em função do aumento dos custos variáveis associados com a maior atividade econômica, do impacto do acordo coletivo de trabalho nas despesas de pessoal e da influência da variação cambial nas despesas na América Latina. Sobre o mesmo período de 2019, elas caíram 0,9%.

Fonte: Info Money

LGPD em Televendas: Como encontrar novos clientes sem descumprir a lei?

LGPD em Televendas possui diretrizes sobre o uso de quaisquer dados pessoais, incluindo números de telefone – o que gera um impacto direto em canais de marketing baseados em dados, principalmente aqueles voltados para vendas. Entenda como funciona a lei e as novas formas para prospecção de clientes.

A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, Lei Federal nº 13.709/2018, após pouco mais de dois anos de sua publicação, entrou em vigor. Ou seja, a LGPD em televendas já não é mais novidade, cabendo lembrar que, no ordenamento jurídico, presume-se o cumprimento da lei. Ou seja, “ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece” (Artigo 3º Decreto-Lei nº 4.657/1942 – Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro.

Quais os impactos da LGPD em televendas?

Os princípios, fundamentos e aplicabilidade da LGPD foram apresentados no artigo referente à LGPD na Cobrança, o qual recomendamos a leitura caso ainda haja dúvidas sobre esses conceitos também em relação à LGPD em televendas.

De maneira geral, as diretrizes da lei foram desenhadas de forma a garantir a transparência e a segurança entre os negócios que envolvem o tratamento de dados pessoais. São raras exceções de aplicabilidade da lei, não sendo preciso dizer que é de observância obrigatória a LGPD em televendas ou quaisquer outras áreas de negócio.

Seguramente, dizemos que a LGPD em televendas implementa novas oportunidades, garantindo uma maior proximidade com o cliente, principalmente quando falamos sobre como os dados pessoais foram obtidos, armazenados, gerenciados e processados. Sendo assim, a LGPD em televendas, pode ser vista não como um problema e sim como uma oportunidade!

O questionamento a ser realizado considerando a aplicação da LGPD em televendas seria: como eu posso engajar melhor o público que compartilha um interesse comercial legítimo com os meus negócios ou produtos?

LGPD em televendas: Onde estão as oportunidades para conseguir clientes e garantir a conformidade?

A observância da LGPD em televendas exige sim dedicação e uma expansão das formas de encontrar novos clientes. Ações de inbound marketing tem sido cada vez mais relevantes, já que o conteúdo disponibilizado pela empresa gera uma maior aproximação do público com o seu produto/serviço e, consequentemente, enquanto as televendas geram um contato pessoa-a-pessoa mais efetivo, buscando entender as necessidades, a situação atual e as dores do cliente.

Para a adequação à LGPD em televendas, a revisão e inovação em estratégias para obtenção de novos clientes é uma grande realidade. E nesse ponto, cabe destacar a importância do estudo e gerenciamento adequado das bases de dados já existentes, antes mesmo até de buscar novos clientes.

O enriquecimento de dados é grande aliado na obtenção de novos negócios e pode estar completamente em conformidade com a LGPD em televendas. O importante, nesse tipo de negociação é a realização de avaliação de que o seu fornecedor de dados está em conformidade com a lei.

Nesse cenário, destacam-se as soluções oferecidas pela Think Data, bureau de informações referência em todo o mercado nacional. A Think Data, por meio de seus especialistas e consultores que possuem amplo conhecimento sobre a observância da LGPD em televendas, orientam as melhores práticas para  observância e conformidade da lei em projetos totalmente personalizados de enriquecimento de dados, no qual, é avaliada a real necessidade de cada cliente, para que se obtenha somente os dados necessários para o negócio, adequando-se às hipóteses de tratamento previstas na LGDP.

Por meio do enriquecimento cadastral, é possível obter os melhores telefones de contato com o cliente, com destaque ao Localização Garantida®, solução totalmente inovadora e única no mercado que permite 100% de assertividade na validação de vínculo entre telefone e documento pessoal.

Além disso, através do cruzamento de informações disponíveis em seu big data, a Think Data possibilita que os clientes, não só localize, mas que conheça melhor seu perfil a fim de fornecer a possibilidade de um contato mais próximo, personalizado e assertivo, sempre observando os requisitos da LGPD em televendas.

Afinal, meus acionamentos cumprem as exigências da LGPD?

Para os acionamentos telefônicos estejam em conformidade com a LGPD em televendas, é importante que o interesse esteja legitimado em ao menos uma hipótese elencada no artigo 7º da LGPD, cabendo destaque ao legítimo interesse. Além disso, é importante observar e minimizar a quantidade de dados pessoais coletados e tratado, garantindo que a pessoa contatada tenha a opção de não ser mais contatada novamente (opt-out).

Considerando como oportunidade, é importante lembrar da conformidade da LGPD em televendas como uma ferramenta que tornará os negócios mais transparentes e confiáveis, construindo relações fortes e recompensadoras.

Para falar com os especialistas da Think Data e saber mais como encontrar novos clientes garantindo a conformidade com a LGPD ou testar gratuitamente as soluções da empresa, acesse: https://www.thinkdata.com.br/teste-gratuito/

Fonte: Tink Data

BB e Caixa desfazem acordo para compartilhar uso de ATMs e lotéricas

Parceria será extinta em 18 de novembro depois de banco comandado por Pedro Guimarães propor reajuste

O Banco do Brasil (BC) e a Caixa encerraram uma parceria que permitia aos clientes de uma instituição usar os terminais de autoatendimento da outra, inclusive a rede de lotéricas.

O BB informou ontem, em comunicado ao mercado, que o acordo deixará de vigorar a partir de 18 de novembro. Dessa forma, o banco iniciou ações para ampliar sua rede de correspondentes – chamada de Rede Mais BB – nos municípios que atualmente contam exclusivamente com esses canais de atendimento. Nos correspondentes, segundo o banco, os clientes têm acesso a recebimento de boletos, saldos e extratos; convênios e tributos; depósitos; pagamento de benefícios do INSS, além dos saques de conta corrente e poupança.

BB e Caixa mantinham esse acordo desde 2005. A decisão de interromper a parceria se deu após decisão da Caixa de reajustar o contrato, apurou o Valor. De acordo com fonte a par das discussões, foi proposto um aumento de 150% no preço.

O argumento foi o de que o valor cobrado até agora não cobria sequer os custos de operação da Caixa e dos lotéricos, e por isso o banco decidiu revisar o acordo.

A cobrança se dava conforme a movimentação dos usuários nos terminais. Porém, os clientes do BB recorriam muito mais à rede da Caixa, que é mais ampla – são 4,1 mil agências e 13 mil lotéricas – do que o contrário. Por isso, na prática, a conta ficava mais cara para o Banco do Brasil.

O Valor apurou que o BB foi notificado da decisão da Caixa de reajustar o contrato há 60 dias e, como não houve entendimento, o acordo foi encerrado. A medida faz parte de uma série de revisões de custos e parcerias que vêm sendo feitas pela instituição financeira comandas por Pedro Guimarães. Há, também, um interesse da Caixa em fortalecer o relacionamento com as agências lotéricas, consideradas estratégicas para dar capilaridade a sua seu atendimento. Procurada, a Caixa não comentou o assunto.

Além dessa mudança nos canais do varejo, o Banco do Brasil anunciou ontem a escolha de Bernardo Rothe para assumir a vice-presidência de atacado. O executivo deixará o comando da BB Seguridade para assumir o posto, que estava vago desde a morte de Walter Malieni, no mês de agosto. (Colaborou Sérgio Tauhata)

Fonte: valor Economico